14 May, 2010

Bom senso e moderação em tempos 2.0

Tenho pensado muito em como elaborar uma política de conduta para uso de redes sociais por parte dos colaboradores e terceiros de uma determinada marca. E, recentemente, dois casos de gafes em redes sociais me mostraram a urgência de se treinar as pessoas que levam o nome de uma empresa para os meios digitais. Curiosamente, os dois casos envolvem o mesmo time de futebol: o São Paulo F.C.

Durante duas partidas do time, a Locaweb  patrocinou um anúncio na manga das camisas dos jogadores. Em uma delas, em 28 de março, o time perdeu para o rival Corinthians e o diretor comercial da empresa perdeu as estribeiras no twitter…

O executivo foi demitido dois dias depois, causando uma grande discussão sobre o assunto. Há até uma lei trabalhista no país que trata das demissão de funcionários nas escorregadas digitais.

Em 5 de maio, foi a Fiat, uma das pioneiras no uso de redes sociais no Brasil, a sofrer com a falta de bom senso de seus colaboradores. Utilizando o site Formspring, um dos contratados pela empresa, responsável por responder as perguntas dos usuários sobre a marca, ofendeu os torcedores do São Paulo.

Tanto a mensagem do ex-diretor da Locaweb como a resposta da Fiat foram tiradas do ar. Mas, ainda assim, é muito fácil encontrar um print screen na Internet, que foi o que fiz para ilustrar este texto. Ou seja, uma mancha para a reputação da empresa que se replica descontroladamente pela web.

A política de conduta nas redes sociais deve ter relação com o posicionamento da empresa. Buscando a transparência e a colaboração, é possível criar um comitê interno para debater as regras (se podem ser chamadas assim) de conduta dos colaboradores nas redes sociais. A IBM, por exemplo, incentivou seus funcionários a pensarem nisso através da participação em uma wiki e desenvolveu um guia de conduta bastante abrangente, para proteger seus colaboradores e, também, a marca.

A pesquisadora de mídias sociais Laura Papworth, da Austrália, fez uma pesquisa interessante em que mostra as políticas de uso de redes sociais nas empresas.

A empresa que criou o navegador Opera baseia sua política de redes sociais no bom senso, falando de igual para igual com os funcionários, em uma linguagem mais informal.

São exemplos de como é possível orientar a postura de quem fala pela marca na Internet. Como podemos ver nesses dois casos que ocorreram no Brasil, os limites ainda não estão claros para muitos e é melhor prevenir do que tentar resolver o problema depois.

27 May, 2009

Os Sim e os Não do Brandstreaming

Nesta breve apresentação, compartilhamos algumas dicas e conceitos que devemos levar em consideração no momento de estabalecer um contato e iniciar uma conversação com as pessoas que estão falando sobre nossa marca ou produto na web, fora do site oficial da empresa ou  projeto em questão. 

O que devemos fazer e o que devemos evitar quando iniciamos uma estratégia de brandstreaming? Veja a seguir:

8 September, 2008

Brandstreaming: o que é e para que serve?

Como uma companhia se posiciona no mercado quando já não é mais a responsável pela própria comunicação? Existe uma nova tendência que adquire cada vez mais importância nas estratégias de marketing de empresas no mundo inteiro: o Brandstreaming

Com o crescente protagonismo dos meios sociais nos hábitos de consumo de informação e entretenimento, o grande desafio é criar um fluxo de marca, gerar um movimento constante de conteúdo ao redor de uma marca ou empresa que pode incluir – entre outras ferramentas – blogs, podcasts, vídeos, comunicados de imprensa sociais, fotos da companhia no Flickr, etc.

Porém, o Brandstreaming é mais que isso: compartilha e comunica as idéias da companhia, seus valores, objetivos, ou seja, define a companhia – ao mesmo tempo em que comunica a marca e interage com o consumidor.

Mas, porque o brandstreaming é tão importante para as empresas? Porque segundo uma pesquisa realizada pela Universal McCann, o consumo de conteúdo fora das páginas web aumentou 153% nos últimos nove meses. Além do mais, o informe diz que 53% dos usuários de Internet consomem conteúdo editorial sem entrar na página web do emissor – através de widgets, leitores de RSS, redes sociais e celulares.

Se bem há cada vez mais empresas utilizando blogs e outras tecnologias mencionadas anteriormente para se comunicar com seu público, a maioria continua ignorando o potencial dos novos meios Lifestream, uma nova tendência na web 2.0 e que nos permite manter um registro das atividades diárias de um usuário na rede. Algumas dessas aplicações mais populares são Friendfeed, Tumblr, Onaswarm, Lifestrea.ms, Soup e Jaiku.

Devemos pensar nos meios Lifestream como uma espécie de diário digital. Quando as pessoas se subscrevem à informação nos seus sites preferidos, seja sobre música, política ou perfume, o resultado final é um caudal de informação sobre suas idéias, crenças, gostos e interesses, que define quem elas são.

Com a enorme variedade de ferramentas disponíveis hoje na Internet, as empresas devem concentrar esforços para encontrar formatos novos e inovadores para chegar até a audiência, fornecendo conteúdo relevante e que seja de valor para o consumidor, através dos meios que eles já utilizam para consumir essa informação. Nesse gráfico, podemos ver alguns dos mais conhecidos, divididos em categorias:

23 August, 2008

“Partindo da angústia se geram as mudanças”

Ontem eu e a Alejandra assistimos a conferencia do Leonardo Boff em Buenos Aires, convidado pela Fundação Avina. Estávamos entusiasmadas por escutar a este pensador brasileiro, comprometido com os valores do desenvolvimento sustentável. Mas nós não éramos as únicas. A sala estava repleta e tivemos que passar para outro auditório, o maior do Centro Cultural Borges. O ex-sacerdote franciscano (com sua barba branca e bengala), demonstrou seu sentido de humor quando brincou pelo resultado do jogo das Olimpíadas Brasil- Argentina. Durante os 40 minutos restantes, compartilhou generosamente sua visão da humanidade.

Para Boff, a atual crise e o futuro do planeta podem explicar-se apelando a explicações filosóficas, mas também biológicas. Citou, como um de seus referentes, o biólogo James Lovelock, autor do famoso livro Gaia (1979), quem recentemente declarou: “Se nós, seres humanos, não iniciamos uma mudança radical antes de 2020, vamos em direção à desolação e à tribulação”.

Em sintonia, Boff insistiu na urgência de uma mudança na forma em que nós nos relacionamos com a natureza. “Minha função é angustiar vocês, porque partindo da angustia se geram as mudanças”, disse, sem deixar de lado as palavras esperançosas. “Estas dores são dores de um novo parto, a Terra e a humanidade vão a superar isto porque o instinto da vida é mais forte que o da morte”.

Boff também falou de um tema central da sua obra que é o cuidado com a essência do ser humano. O cuidado da vida, das palavras que escolhemos para nos comunicar, cuidado de não ser agressivos, de não causar dano. Deste cuidado surge um modo de vida sustentável, uma cultura ecológica que deve permear toda a vida humana; uma ética da convivência, onde prevalece uma razão utilitarista.

Durante sua apresentação, mostrou um vídeo sobre a Carta da Terra, compromisso que espera seja adotado pela ONU sob as mesmas condições que a Declaração dos Direitos Humanos.

5 May, 2008

A globalização dos desastres naturais

ciclone em santa catarina

 

Todos nós estamos acompanhando mais uma tragédia que acontece na Ásia em função de desastres naturais. Estima-se que sejam mais de 10.000 as vítimas fatais desta vez. Antes diziam que era pelo período do ano. Agora, é todo o ano, qualquer estação, qualquer mês.

 

Mas a foto acima não é um dos retratos desta tragédia.

Porto Alegre

O sul do Brasil também sofreu com um forte ciclone nos últimos dias (Na foto ao lado, Porto Alegre). Certamente não há comparação entre as duas tragédias em termos de destruição e vítimas fatais, mas isso não nos impede de bater, mais uma vez, naquela tecla: até quando o homem vai atingir a natureza de tal maneira que desastres como esses aconteçam, praticamente sem que possam ser previstos?

 

 

 

No final do mês de abril o estado do Rio de Janeiro também sofreu com ondas de mais de 2m, ressacas violentas que arrancaram as portas de embarcações no percurso Rio-Niterói, e, pasmem, ondas de 2m na praia de Icaraí, que é uma praia de Baía.

Copacabana

 

 

Nessa foto, a praia de Copacabana, com a estátua de Drummond. A areia não aparece.

 

 

 

 

 

As mudanças ocorrem por todo o mundo. Em alguns lugares, a intensidade é muito maior, não há dúvidas. Mas vamos esperar que todos cheguem ao nível de desastre, com milhares de vítimas? Ou vamos fazer algo -urgentemente!- para mudar isso?

 

14 April, 2008

Salvar o planeta: uma super diversão!

Talvez o mais difícil na luta para ajudar o meio ambiente seja mudar nossas atitudes cotidianas, como por exemplo andar mais a pé, dar prioridade a produtos produzidos de forma justa etc.

Mas fica ainda mais difícil quando percebemos que praticamente todas as nossas ações estão contribuindo para desgastar ainda mais o meio ambiente, entre elas nossos momentos de diversão. Isso mesmo, aquela saidinha inocente com amigos, pra dançar a noite toda e liberar os estresses da semana, também pode ser um risco para o planeta.

A boa notícia é que cientistas holandeses estão desenvolvendo uma forma sustentável de ir pra night ou pra balada: nosso próprio corpo, ao dançar, produz a energia necessária para alimentar as luzes e o som da boate. O máximo, não? Literalmente, diversão sem culpas!

Balada Sustentável

Info e imagem: Planeta Sustentável

25 March, 2008

Os males do aquecimento global

Existe uma lista de conseqüências do aquecimento global que está circulando por vários blogs na Internet. A origem é uma reportagem de John Brignell titulada Tem um problema? Culpe o aquecimento global! (em inglês Got a problem? Blame global warming!), publicada na revista Spiked, onde o autor comenta que praticamente todas as doenças contemporâneas -como a febre amarela, que tanto assusta os brasileiros atualmente- possuem alguma relação com o aquecimento global.

A lista é de novembro de 2007, e infelizmente está em inglês, mas vale o esforço. Você tem alguma informação para acrescentar e atualizá-la?

Agricultural land increase, Africa devastated, African aid threatened, air pressure changes, Alaska reshaped, allergies increase, Alps melting, Amazon a desert, American dream endamphibians breeding earlier (or not)ancient forests dramatically changed, Antarctic grass flourishes, anxietyalgal blooms, Arctic bogs melt, Asthma, atmospheric defianceatmospheric circulation modified, avalanches reduced, avalanches increasedbananas destroyed, bananas grow, bet for $10,000,  better beer, big melt faster, billion dollar research projects, billions of deaths, bird distributions change, birds return early, blackbirds stop singing, blizzards, blue mussels return, boredom, Britain Siberian, British gardens change, bubonic plague, budget increases, building season extension, bushfires, business opportunities, business risksbutterflies move northcardiac arrest, caterpillar biomass shift, challenges and opportunities, Cholera, civil unrest, cloud increase, cloud stripping,   cod go south, cold climate creatures survive, cold spells (Australia), computer models, conferences, coral bleaching, coral reefs dying, coral reefs grow, coral reefs shrink , cold spells, cost of trillions, crumbling roads, buildings and sewage systems, cyclones (Australia), damages equivalent to $200 billionDengue hemorrhagic fever, dermatitis, desert advance, desert life threatened, desert retreatdestruction of the environment, diarrhoea, disappearance of coastal citiesdiseases move north, Dolomites collapse, drought, drowning peopleducks and geese decline, dust bowl in the corn belt, early spring, earlier pollen seasonEarth biodiversity crisis, Earth dying, Earth even hotter, Earth light dimming, Earth lopsided, Earth melting, Earth morbid fever, Earth on fast track, Earth past point of no return, Earth slowing down, Earth spinning out of control, Earth to explode, earth upside downEarth wobbling, earthquakes, El Niño intensification, erosion, emerging infections, encephalitis, Europe simultaneously baking and freezing,   evolution accelerating, expansion of university climate groups, extinctions (human, civilisation,  logic, Inuit, smallest butterfly, cod, ladybirds, bats, pandas, pikas, polar bears, pigmy possums, gorillas, koalaswalrus, whales, frogs, toads, turtles, orang-utanelephants, tigers, plants, salmon, troutwild flowers, woodlice, penguins, a million species, half of all animal and plant species, less, not polar bears), experts muzzled, extreme changes to California, faminefarmers go under, figurehead sacked, fish catches drop fish catches rise, fish stocks decline, five million illnesses, floods,  Florida economic decline, food poisoningfood prices rise, food security threat (SA)footpath erosion, forest decline, forest expansion, frosts, fungi invasion, Garden of Eden wilts, genetic diversity decline, gene pools slashed, glacial retreat,  glacial growth, glacier wrapped, global cooling, global dimming, glowing clouds, Gore omnipresence, grandstanding, grasslands wetter, Great Barrier Reef 95% dead, Great Lakes dropgreening of the NorthGulf Stream failure, habitat loss, Hantavirus pulmonary syndrome,   harvest increase, harvest shrinkage, hay fever epidemic, hazardous waste sites breached, heat waves,  hibernation ends too soon, hibernation ends too late, high court debates, human fertility reduced, human health improvement, human health risk, hurricanes, hydropower problems, hyperthermia deaths, ice sheet growth, ice sheet shrinkage, inclement weather, infrastructure failure (Canada), Inuit displacement, Inuit poisoned, Inuit suing, industry threatened, infectious diseasesinsurance premium rises, invasion of midges island disappears, islands sinking, itchier poison ivy, jellyfish explosion, Kew Gardens taxed, krill decline, lake and stream productivity decline, landslides, landslides of ice at 140 mph, lawsuits increaselawsuit successful,  lawyers’ income increased (surprise, surprise!), lightning related insurance claims, little response in the atmosphere, Lyme diseaseMalaria, malnutrition,  Maple syrup shortage, marine diseases, marine food chain decimated, marine dead zone, Meaching (end of the world), megacryometeors, Melanoma, methane emissions from plants, methane burps, melting permafrost, Middle Kingdom convulses, migration, migration difficult (birds), microbes to decompose soil carbon more rapidly, more bad air days,   more research neededmountain (Everest) shrinking,  mountains break up, mountains taller, mudslides,  next ice age, Nile delta damaged, no effect in India nuclear plants bloomoaks move north, ocean acidification, outdoor hockey threatenedoyster diseases, ozone loss, ozone repair slowed, ozone rise, Pacific dead zone, personal carbon rationingpest outbreaks, pests increasephenology shiftsplankton blooms, plankton destabilised, plankton loss, plant virusesplants march north polar bears aggressive, polar bears cannibalistic polar bears drowning, polar bears starvepolar tours scrapped, psychosocial disturbances, railroad tracks deformed, rainfall increase, rainfall reduction, refugees, reindeer larger, release of ancient frozen viruses, resorts disappear, rice yields crash,  rift on Capitol Hill, rioting and nuclear war, rivers raised, rivers dry up, rockfalls, rocky peaks crack apart, roof of the world a desert, Ross river diseasesalinity reduction, salinity increaseSalmonella, salmon stronger, sea level rise, sea level rise faster, sex change, sharks booming, shrinking ponds, ski resorts threatened, slow death, smog, snowfall increase, snowfall reduction,  societal collapse, songbirds change eating habits, sour grapes, spiders invade Scotland, squid population explosion, squirrels reproduce earlier, spectacular orchids, stormwater drains stressed, taxes, tectonic plate movement, terrorism, ticks move northward (Sweden), tides rise, tourism increase, trade winds weakened, tree beetle attacks, tree foliage increase (UK), tree growth slowed, trees could return to Antarctic, trees less colourfultrees more colourful, tropics expansion, tropopause raised, tsunamis, turtles lay earlier, UK Katrina, Venice flooded, volcanic eruptions, walrus pups orphaned, war, wars over water, water bills double, water supply unreliabilitywater scarcity (20% of increase), water stress, weather out of its mind, weather patterns awry, weeds, Western aid cancelled outWest Nile fever, whales move north, wheat yields crushed in Australia, white Christmas dream ends, wildfireswind shift, wind reduced,  wine – harm to Australian industry, wine industry damage (California) wine industry disaster (US) wine – more English, wine -German boon, wine – no more French winters in Britain colder, wolves eat more moose, wolves eat less, workers laid off, World bankruptcy, World in crisis, Yellow fever

17 March, 2008

Refugiados da nova era

Todos nós escutamos histórias de refugiados, o mais comum é que sejam refugiados de guerras e perseguições políticas. Mas, atualmente, um novo “tipo” de refugiado preocupa e chama a atenção do mundo: o refugiado climático.

Os refugiados climáticos são aqueles que têm que deixar seu lugar por causa das mudanças ambientais, especialmente resultado da mudança climática que vivemos com o aquecimento global.

 A questão já preocupa os países da União Européia, que se reuniram no dia 13 de março para discutir esse tema e alertam para o aumento substancial da pressão migratória como resultado das mudanças climáticas.

 

Nesse vídeo, as 500 focas representam os 500 milhões de futuros refugiados climáticos no mundo.

 

Casos reais:

  • Tuvalu, uma pequena ilha nação no Pacífico, já foi evacuada. Em 2002, os 11 mil habitantes começam a arrumar as malas e partir rumo à Nova Zelândia, que vai acolher todos os migrantes. Isso porque durante o século XX, o nível do mar subiu entre 20 e 30 centímetros. O estrago é tremendo: a água salgada inundou áreas baixas, contaminou reservas de água potável, comprometeu a agricultura e, com sua força, causou a erosão da costa das nove ilhas do pequeno arquipélago.

·        Já as Ilhas Maldivas, um arquipélago de 311 mil habitantes, espalhados por 1.100 ilhas com até 2 metros de altitude, também vive em situação de risco. Em 1987, o então presidente da ilha, Maumoon Gayoom, foi à tribuna da Assembléia Geral da ONU dizer que vivia em “uma nação em perigo”. Três anos mais tarde, era criada a Aliança de Pequenas Ilhas-Nações para defender os interesses de países vulneráveis às alterações climáticas.

 

Casos que já estão por vir:

  • Segundo avaliação do Banco Mundial feita em 2000, com um metro a mais, o mar arruinaria metade dos arrozais de Bangladesh.
  • Isso também poria em risco o cultivo de arroz em diversas regiões da Índia, Tailândia, Indonésia, China e Vietnã.

 

Enquanto alguns países se preocupam em perder seus balneários, para outros, é bem mais complicado: a perda do espaço territorial, da nação, de sua vida.

Os especialistas estimam que, até 2050, vão ser entre 500 milhões e 1 bilhão os refugiados climáticos. Quem os receberá? No mundo atual tão hostil à imigração, para onde irão todas estas vítimas?

Saiba mais:

Ambiente em foco

Greenpeace

Salve o Planeta

25 January, 2008

YouTube Ecológico

Em agosto de 2007 foi lançada no Brasil uma espécie de versão ecológica do YouTube. ECO1 - Natureza em vídeo – conta com vídeos relacionados com o aquecimento global e a preservação da natureza, entre outros.

Além do conteúdo produzido pela SofTV com a colaboração da Universidade Bandeirantes , os usuários podem enviar seu próprio material que tenha a natureza como protagonista: rios, vegetação, oceanos, animais e pássaros, ou qualquer outro tema relacionado com o meio ambiente.

O público objetivo do portal são os professores e alunos da rede pública do país.

Fonte:  Istoé

 

23 January, 2008

YouEmbedTube

You Embed Tube permite agrupar vídeos de YouTube de acordo a TAGs
Aqui uma seleção de Vídeo de Natura Cosméticos.

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