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Renato Dias dá palestra sobre marketing de conteúdo para startups

Nosso post de hoje é curtinho, mas vale muito a pena ser lido. Pois o assunto é bem interessante. Amanhã, às 10 da manhã no prédio da pós graduação da ESPM, na rua Joaquim Távora, aqui em São Paulo, nosso amigo e sócio-diretor, o Renato Dias, fará uma palestra sobre Marketing de Conteúdo na Aceleratech, uma das mais destacadas entre as aceleradoras de startups brasileiras. Renato é um dos mentores de lá e tem o papel de ajudar e aconselhar as startups.

Surgidas durante a época da “bolha .com”, quando as empresas nascentes de tecnologia pipocavam pelo vale do silício, as startups são uma espécie de santo graal dos investidores, empresas novas ou até embrionárias, cujos projetos promissores, geralmente ligados à inovação, trazem os riscos inerentes a essas características, mas ao mesmo tempo contam com baixos custos iniciais e grande potencial de crescimento e geração de lucros a curto e médio prazo.

Esses empreendimentos “filhotes”, como qualquer “bebê”, requerem cuidados especiais e investimentos de bom porte, para poderem crescer e se desenvolver bem. Para tanto, paralelamente ao conceito de startup, surgiram outras iniciativas, primordialmente incentivos ao desenvolvimento dessas empresas nascentes. Dentro dessa categoria, estão enquadradas as encubadoras, já um tanto conhecidas do público geral, e as aceleradoras. Entre estas últimas se encontra a Aceleratech.

Ao contrário das incubadoras, que funcionam como “berçários” para essas empresas recém nascidas, aceleradoras como a Aceleratech são mais próximas dos professores da pré-escola que de babás. Para tanto, a Aceleratech, por exemplo, conta com programas de mentores – é aí que entra o Renato, que é um deles –  e visa colocar empreendedores em contato com as reais necessidades de seus negócios, ajudando a desenvolver bom networking a partir de redes de contatos bem estabelecidas e profissionais chave para aconselhar e direcionar o desenvolvimento de cada aspecto do empreendimento.

Mas, melhor que gastar linhas e mais linhas descrevendo o propósito da Acelratech, é ver como eles mesmos se apresentam, no vídeo institucional que segue abaixo:

 

 

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Behavioral retargeting

“Behavioral Retargeting”. Se o termo não soa familiar, não se preocupe. A técnica é muito recente, e apesar de amplamente explorada e utilizada fora do Brasil, ainda está dando seus primeiros passos por aqui. Essa nova vertente está fortemente associada ao “remarketing”,  outra inovação que começa a dar as caras aqui nos trópicos. 

Sobre o Behavioral Retargeting, vale lembrar que o próprio nome é autoexplicativo: trata-se de redirecionar suas ações de marketing (seja qual for a vertente delas), embasando-se no comportamento dos seus fãs, seguidores ou visitantes de seus canais de divulgação. Uma espécie de corrida atrás do público alvo, na qual as ações dos usuários na web são as “pistas” que você deve seguir para encontrar seu “alvo”.

Isso é feito, em geral, com base em “rastros”, deixados pelos usuários. Um exemplo simples é o cliente que visita determinado site em busca de opções de compra, e acaba por deixar esse espaço virtual para se dirigir a outro local onde pode encontrar produtos similares. Nesse cenário, o site pode reagir à ação do visitante, exibindo algum tipo de “catch up”  que ofereça vantagens para que o consumidor opte por sua primeira opção, recalculando a estratégia em tempo real.

Tais funcionalidades, proporcionadas pelo vertiginoso desenvolvimento da web no que tange ao mundo dos negócios, relacionam-se diretamente com as mais variadas formas de marketing possíveis e imagináveis. Baseando-se em modernas tecnologias de rastreamento, empresas que utilizam o Behavioral Retargeting podem ainda lançar mão de estratagemas geniais , como inserir um anúncio em uma página com base nos conteúdos vistos anteriormente por determinado usuário.

Assustadoramente interessante, não? Pois fica ainda mais legal. Pensando na interação do Behavioral Retargeting com o Remarketing, é possível ampliar o raio de ação até quase o infinito, já que se pode contar com a ajuda do poderoso e popularíssimo Google Adwords para estabelecer os parâmetros e a condução da sua “caçada”.

Enfim, a coisa é tão interessante e inovadora que acho meio difícil traduzir todo o potencial dela em palavras. Por isso, dei uma garimpada na web, e descobri alguns vídeos que ajudam o leitor a se familiarizar com a estratégia que promete revolucionar ainda mais as ações de marketing via web. Confira:

 

 

 

 

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Twitter – tendência no SAC 2.0

Na era da web 2.0 e da massificação das redes sociais online, praticamente tudo que conhecíamos sobre o mercado mudou. E no geral, as mudanças têm sido bastante rápidas, deixando pouco espaço para aqueles que demoram a se adaptar.  Com os serviços de atendimento ao consumidor não foi diferente. Antes relegados ao atendimento telefônico, muitas vezes demorado e pouco eficaz, os consumidores hoje em dia contam com respostas rápidas e eficientes nas redes sociais. E o que era SAC evoluiu para SAC 2.0.

E dentre todas as redes que proporcionam essa experiência, a mais destacada e eficaz tem sido justamente a mais direta: o Twitter. Refletindo o cerne de um bom atendimento ao consumidor, a rede social de microblogging reúne, a um só tempo, rapidez, fácil compreensão de mensagens (devido à limitação de caracteres) e, o mais importante de tudo, é direta sem ser impessoal.

Aliás, o que o serviço de SAC operado via Twitter tem provado, é que ele pode ser tudo, menos impessoalAlgumas empresas que utilizam a rede social tem mostrado que aprenderam muito bem a lição do novo paradigma do mercado e das comunicações: trate seus clientes como pessoas, individualize ofertas e conteúdos, e você será bem sucedido.

Qualquer um que tenha acompanhado a “batalha de rimas” entre os perfis de Santander e Itaú na tentativa de conquistar um cliente deve ter ficado impressionado com a maneira inovadora e natural pela qual ambas as empresas dialogaram com um potencial consumidor de seus serviços. Outro caso bem conhecido é o do Pinguim, “persona” da rede Ponto Frio no Twitter. Com uma fala diferenciada, humor e personalidade únicos, o Pinguim chama a atenção pela maneira como responde a dúvidas, faz ofertas e soluciona problemas dos consumidores. O personagem é tão popular e dinâmico que até ajudou outras marcas a utilizar o espaço no Twitter de modo inusitado. Foi o que aconteceu com o Netflix, que citou o Pinguim para promover o filme “Happy Feet”.

Mas nem tudo são flores, de acordo com alguns analistas. De acordo com previsões (nem tão recentes assim), Existiria a possibilidade de que os 140 caracteres acabassem por perder qualquer utilidade que na a de um “reclame aqui”.

Na realidade, existe de fato um aumento do uso da rede social dessa forma, mas é bom recordar que só ele não justifica o crescimento vertiginoso do Twitter – que mudou seu lay out e promete seguir forte em 2014 – no último biênio. Inclusive, o tal crescimento do Twitter como canal de SAC só comprova a eficácia da coisa, que conta com vantagens como:

  • Baixo custo
  • Alto retorno
  • Agilidade nas perguntas e respostas
  • Facilidade de compreensão dos conteúdos
  • Capacidade de mapeamento de reclamações fácil e rápido, que destaca os principais pontos fracos da empresa/marca
  • Pró-atividade quase que obrigatória da parte de community managers e administradores dos perfis
  • Imenso potencial para geração de buzz positivo para a marca (como pudemos constatar nos casos citados acima)

Portanto, se você, leitor, pretende que sua marca ou negócio esteja na vanguarda do SAC 2.0, pense no Twitter como muito mais que textos de 140 caracteres. Ele é um universo a ser explorado, e ainda há muito o que inovar com a ajuda desse oceano de possibilidades.

 

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O que as marcas podem aprender com os “Youtubers”

Ilustração/iStock

Você sabia que mais de 1 bilhão de usuários de todo o mundo acessam o YouTube a cada mês, passando mais de 4 bilhões de horas assistindo a vídeos? Os dados são do relatório Video Metrix da comScore 2013. E tem mais: resultados de buscas em que aparecem vídeos têm uma taxa de cliques 41% maior do que resultados de buscas de textos simples.

Estes números comprovam que conteúdos em vídeo são a grande tendência do momento e atraem cada vez mais usuários. Mas será que as marcas e empresas estão aproveitando o interesse por este tipo de conteúdo?

Pensando no assunto, chamou minha atenção o sucesso estrondoso de alguns canais no YouTube. Analisando um pouco melhor, vi que esses canais não são produzidos por empresas, agências ou produtoras, mas sim por pessoas comuns, os chamados “Youtubers”. Você certamente já ouviu falar em algum deles.

Eles não são artistas ou jornalistas, não trabalham para nenhuma grande empresa, nem possuem estúdios gigantescos e grandes orçamentos. Fazem seus vídeos a partir de uma estrutura muito simples de gravação, com câmeras amadoras, criatividade e, sobretudo, carisma em excesso. E com essa receita eles conseguem uma audiência que poucas TVs abertas têm.

Essas personalidades da web chegam a ter mais de três milhões de seguidores. Cada vídeo, em média, tem mais de 100 mil visualizações. Com todo esse sucesso, já começaram a ganhar dinheiro com seus canais. Seja por meio de anúncios, ou até mesmo patrocínio de marcas.

Na lista dos top 5 mais bem pagos do país estão:

    1. Venom Extreme ( 3,2 milhões)

    1. Felipe Neto (2,8 milhões)

    1. RandonsPlays (2,5 milhões)

    1. Manual do mundo (1,9 milhão)

    1. Coisa de Nerd (1,9 milhão)

Mas o que essas verdadeiras celebridades do YouTube fazem para atrair tantos fãs?

  • São divertidos, lúdicos, despojados e espontâneos. Não seguem um roteiro pré-definido. Parecem que estão conversando diretamente com o usuário. Além disso, falam a linguagem do público que compõe seu canal: mesmas gírias, trejeitos, padrões de comportamento.
  • Contam histórias. Histórias pessoais e cotidianas. Sempre as relacionam com o assunto que estão apresentando. Também aproveitam muito bem os trendtopics do momento, usando-os para contextualizar seus conteúdos e emitir opinião.
  • São grandes especialistas e possuem propriedade sobre o tema que estão falando, seja games, livros, experiências malucas ou receitas. Acima de tudo, gostam do que fazem e, por isso, são verdadeiras referências.
  • Ouvem e interagem com seu público. Respondem dúvidas, fazem comentários, agradecem elogios, pedem sugestões e usam essas conversas para entender desejos e necessidades do seu público e como insumo para produção de próximos vídeos.
  • Apresentam conteúdos altamente relevantes. Por serem especialistas, seus vídeos possuem um único foco temático, que permite que seja aprofundado e desdobrado futuramente.
  • Produzem conteúdos úteis. Dão dicas, ensinam a fazer algo, são didáticos. E isso contribuiu para que tenham ainda mais relevância.

Portanto, fazendo uma breve análise dos conteúdos produzidos pelos “Youtubers” podemos dizer que eles conhecem, como ninguém, seu público. São pessoas reais falando com pessoas, contando histórias divertidas, que têm utilidade e amam o que fazem, por isso são referências nos seus temas de atuação.

Então, que tal as marcas e empresas pegarem carona nessa receita de sucesso?

 

Artigo originalmente publicado no Jornal Propmark

 

 

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Palestra – Mídias Sociais e Redes de Colaboração

Renato Dias, Sócio Diretor da “Viagem de Odiseo”

Em nossos posts mais recentes, temos destacado os variados aspectos do aprendizado online e de seu viés corporativo. Até agora, falamos sobre a teoria. Hoje, entretanto, daremos um exemplo prático de como é possível aprender via web e ampliar as competências de sua organização a partir desse aprendizado.

Isso se deve à excelente palestra ministrada pelo nosso amigo Renato Dias, intitulada “Mídias Sociais e Redes de Colaboração”. O objetivo da palestra era ensinar aos interessados como aproveitar a dinâmica das mídias sociais para construir conhecimento, visando a inovação e o marketing.

Embasando seu discurso nas ideias de importantes pensadores contemporâneos como Marshal Mcluhan, Pierre Levy e Elinor Ostrom,  nosso sócio diretor coloca as novas mídias como um fator de mudança na própria operação executada por nossos cérebros ao interpretar a informação, migrando de um paradigma bidimensional para um contexto multidimensional, no qual a própria lógica se modifica. A colaboração passa a ser algo determinante no mercado, e uma nova linguagem (a web) passa a ser o léxico dos novos tempos.

Renato empreendeu uma autêntica “viagem”, navegando entre temas como social e-comerce, relacionamento personalizado, geração de insigths, ideágoras, B2B, segmentação comportamental, brandstreaming e intranets colaborativas, para mostrar aos espectadores que a nova era da comunicação vem abrindo um vasto leque de oportunidade corporativas a partir da transformação de um mercado de massas para um mercado de nichos, no qual as interações passam a ser personalizadas e os conteúdos se transformam na forma mais eficaz de gerar objetos sociais que reúnam em torno de si os usuários das redes sociais, pessoas que deixam de ser vistas apenas como um fim (enquanto consumidores) e passam ser observados também como um meio (a partir do qual a imagem e o discurso de uma empresa são legitimados e levados a outros potenciais consumidores e influenciadores).

Defendendo a ideia de um novo paradigma empresarial, no qual a verticalização e as hierarquias deixam de fazer sentido, e a colaboração é o nome do jogo, Renato ensina de forma dinâmica e direta, a partir de experiências pessoais e cases de sucesso, e dá uma verdadeira aula sobre as novas mídias e sua utilização no meio empresarial.

Vale a pena conferir na íntegra. Eu vi, e recomendo a todos os que se interessam pelo tema esse conteúdo imperdível, que pode ser acessado a partir do link abaixo (necessário login).

http://ht.ly/vrCfp

Boa palestra a todos!

 

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E-Learning Corporativo – superando expectativas

Em nosso último post, trouxemos aos leitores duas infografias sobre aprendizado online, mais especificamente, MOOC’s. Uma delas tratava especificamente dos MOOC’s no cenário corporativo. O assunto chamou minha atenção, tanto que me inspirou a escrever nosso post de hoje, no qual pretendo falar mais sobre o aprendizado online no mundo corporativo, e suas muitas vantagens.

Pra começar, um pouco sobre as vantagens de se capacitar colaboradores online.

  • Preço: cursos online são, em geral, mais baratos que os presenciais. O que acarreta em economia para a empresa (no caso desta custear o aprendizado) e para o colaborador.
  • Conteúdo constantemente atualizado: ao contrário dos cursos “físicos”, os virtuais tendem a ser atualizados mais constantemente, inclusive pela facilidade dos docentes e organizadores em trabalhar com conteúdos online.
  • Flexibilidade: diferente de seus equivalentes presenciais, os cursos baseados na web não exigem, na maioria das vezes, que o aluno se dedique em um período de tempo pré-determinado aos estudos. A escolha de horários que melhor se adéquam ao tempo livre é imprescindível para quem trabalha e precisa dividir o tempo entre os estudos e a empresa.
  • Diversidade de cursos: a própria dinâmica online proporciona uma maior quantidade de cursos e temas de aprendizado, o que é interessante, pois o aluno pode encontrar opções não disponíveis no caso do aprendizado presencial.
  • Ausência de barreiras geográficas: desde que o aluno domine certos idiomas, em especial o inglês, não existem impedimentos geográficos para aprender. Se antes da era da internet uma pós-graduação em universidades internacionais exigia intenso planejamento e disponibilidade, hoje em  dia basta que o interessado esteja disposto a aprender, esteja ele onde estiver.
  • Aprendizado permanente: uma vez conectado ao universo de possibilidades do aprendizado online, o aluno fica exposto a todas as outras opções para ampliar seus conhecimentos em sua área ou em outras. Uma autêntica experiência de aprendizado perpétuo.

Essa primeira análise já é bastante animadora para qualquer um que tenha interesse em ampliar seus conhecimentos ou melhorar a capacitação de seus funcionários. Mas a coisa não para por aí. Além das vantagens mais óbvias, existem também algumas que talvez passem despercebidas de quem analisa o assunto sem se aprofundar tanto. E essas talvez sejam as mais determinantes para o sucesso da sua empresa em capacitar colaboradores e fazer com estes evoluam dentro do ambiente corporativo.

Por exemplo, o social learning. Essa prática transpõe o aprendizado online para o ambiente das redes sociais, uma complementação ao processo “tradicional” de e-learning, resumidamente, trata-se de aprender e posteriormente observar a prática e conseguir macetes a partir da experiência de alunos mais avançados ou especialistas na área, com os quais o estudante interage através da dinâmica do social networking.

Tembém muito interessantes e úteis são os webinars.  O nome é oriundo de uma abreviação de “web-based seminar”, um autêntico seminário online, no qual os participantes assiste a palestra e podem interagir entre si via chat e também enviar perguntas ao palestrante. Opção utilíssima para reuniões, cursos e treinamentos, os webinars são velhos conhecidos da “Viagem de Odiseo”. Um bom exemplo de nossa experiência na área é o evento que organizamos para um de nossos clientes, a iStockphoto, com resultados excelentes.

Outro exemplo são os  workshops ministrados pela equipe Argentina da “Viagem de Odiseo”, tendo como clientes as operações latino americana, argentina e internacional (TISA)da Telefonica. Esses workshops tiveram como objetivo a capacitação dos colaboradores para ingressar em um paradigma de cultura colaborativa e otimizar o uso de redes internas.

Ferramentas para videoconferência, ideias para os webinars, não faltam. GoToMeeting, Adobe Connect, Cisco Webex e IBM Lotus Live são só uma amostra dessa diversidade, que pode ser vista de forma mais completa clicando aqui.

E já que estamos falando em webinars, e citando nossa experiência no assunto, é bom ressaltar que o aprendizado online pode beneficiar sua empresa para além da capacitação interna.  Isso porque o e-learning também pode ser utilizado da forma como nós o fizemos: oferecendo a capacitação online para outras empresas. Seja por meio do desenvolvimento de ferramentas,  seja pela organização dos eventos e até mesmo pela promoção de palestras e seminários que contem com profissionais de destaque em sua companhia como protagonistas.

Nossos amigos,  Renato Dias e Ernesto van Peborgh, que o digam, pois são caras que contam com alguns eventos do gênero em suas bagagens, tendo participado deles tanto como aluno quanto como palestrante (e mesmo em eventos que não são considerados exatamente e-learning, mas que podem trazer tanto aprendizado quanto aos seus espectadores).

Um pouco do trabalho do Ernesto nesse campo pode ser visto aqui. Já o Renato deu um show ao falar sobre as métricas em social media (em entrevista para o IAB, que vale como uma autêntica aula)  e ao ensinar social media B2B na Social Media Week, como podemos conferir aqui e aqui (em entrevista para nosso blog)

Os exemplos são muitos, e a eficácia da coisa é comprovada. Portanto, amigo leitor, saiba disso: o e-learning corporativo e suas possibilidades de aplicação estão evoluindo e se multiplicando. Saber utilizar esse recurso a seu favor, seja para capacitar seus colaboradores ou para oferecer capacitação a outras empresas, pode significar muito para seu negócio.  Sabendo disso, que tal investir nessa oportunidade de crescimento?

 

 

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Aprendizado online em 2014 – O ano dos MOOC’s

Já falamos muito sobre o aprendizado online aqui no blog, em especial da verdadeira revolução educacional promovida pelos MOOC’s. Assim sendo, o assunto em si não é novidade para quem nos acompanha. Contudo, o tema retorna aos nossos escritos, após uma excelente notícia enviada a nós pela nossa amiga Gabriela, da equipe argentina da “Viagem de Odiseo”.

Após receber a informação de que os MOOC’s estão impactando cada vez mais o ensino universitário, este blogueiro que vos fala decidiu garimpar a web em busca de mais informações sobre o assunto. O que encontrei foi tão interessante que fica difícil resumir em palavras. Por isso, dei preferência às imagens, e brindarei aos nossos leitores com não apenas um, mas dois excelentes infográficos sobre o que há de mais atual sobre os MOOC’s, tanto no campo acadêmico quanto na área corporativa.

O primeiro infográfico que apresentarei foi publicado originalmente pelo excelente MOOC’s.com, e traz um panorama geral e atualíssimo, que serve como base informativa para qualquer pessoa que queira começar a se aprofundar no tema, e mesmo para o que já estão habituados a ele.

O segundo, originalmente postado no udemy.com, trata especificamente sobre o impacto dos MOOC’s na área empresarial, trazendo um panorama da evolução dos dos cursos online no que concerne ao aprendizado corporativo.

Com vocês, os infográficos:

 

Panorama geral dos Massive Open Online Courses

Fonte: moocs.com Clique aqui para ver em tamanho original

 

Os MOOC’s e o aprendizado corporativo

Fonte: udemy.com Clique aqui para ver em tamanho original

 

Para finalizar, um link útil para quem quer se aprofundar nas diretrizes do ensino à distância aqui no Brasil: http://ht.ly/uNpOk

Boa leitura!

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Employer Branding – Contando histórias

Atualmente, o employer branding é a menina dos olhos para especialistas em recrutamento de todo o mundo. A tática inovadora de “vender” a imagem da empresa como potencial atrativo para novos colaboradores (e como já dissemos aqui no blog, de fidelizar quem já colabora com a casa), tem permeado as estratégias de RH de companhias das mais variadas áreas.

Por outro lado, no mundo do marketing corporativo, o que tem se destacado é o que lá fora chama “story telling”, ou “brand story telling” (algo como “contar histórias”, em tradução livre).  A estratégia visa conectar os públicos alvos com a empresa, através do compartilhamento de conteúdos, exemplos e experiências , de modo a se fazer presente na cabeça do consumidor em variados momentos do seu dia a dia.

Ambas as tendências são fruto da expansão e consolidação do paradigma da web 2.0, que possibilitou a interconexão em níveis nunca antes vistos, e  tem sido sinônimo de sucesso incontestável.  O que o leitor deve estar pensando, no entanto, é:  o que duas vertentes de áreas aparentemente distintas do mercado estão fazendo lado a lado em um mesmo texto?

Talvez os mais atentos já tenham percebido, até mesmo antes de começarem a ler esse post, que as duas coisas estão intimamente ligadas, e que a mescla delas pode garantir um enorme sucesso quando o assunto é contratar. Dentro do novo paradigma de recrutamento, potenciais empregados esperam ser tratados não como suplicantes – algo comum por aqui até bem recentemente – mas como consumidores. Afinal, sua vaga, empregador, é um produto, um “bem” cobiçado, e deve ser tratada como tal.

Assim, o candidato, ou “consumidor” da vaga, deve ser visto como alguém de suma importância, que precisa sentir-se único e valorizado desde as primeiras etapas do processo de contratação. E é aí que as coisas se complicam um pouco para o empregador.

Mesmo que sua empresa possua um blog com postagens regulares, exponha cases de sucesso e gere conteúdos agregadores, saiba que isso não é garantia de sucesso nas contratações daqueles que no futuro serão os “advogados” e “propagandistas” da sua companhia. O motivo é: fidelizar consumidores pode ser simples, de certa maneira, se uma empresa ou marca tiver o que mostrar. Mas angariar colaboradores fiéis é tarefa que necessita de exemplos claros de por que estes deveriam estar em trabalhando no seu negócio. Possíveis empregados devem estar, acima de tudo, entusiasmados com o ambiente interno de seu provável novo local de trabalho.

E é algo difícil de fazer, expor as vantagens do seu ambiente interno, sem atravessar a tênue linha que separa uma boa apresentação de uma desastrosa revelação do modo como seu negócio funciona por dentro.

Nesse limiar é que as histórias se mostram o “curinga” da vez. Histórias são algo que evoluiu junto com a espécie humana, e servem para “guiar” pessoas desde tempos imemoriais. E têm uma vantagem imensa sobre qualquer outra forma de expor ideias: elas falam sobre vivências. Ou seja, seu blog pode publicar os melhores textos, seu canal no Youtube pode hospedar os vídeos mais criativos. Mas, pode ter certeza, quando você conta uma história (através desses meios, inclusive), está fazendo branding da melhor forma possível.

Nesse ponto do texto, talvez o leitor esteja se perguntando: ok, mas que histórias contar, e de que forma?

Bem, se me permitem, vou exemplificar com uma experiência pessoal. Em um dos primeiros textos que escrevi para este blog, falei sobre as vantagens do trabalho remoto. Pra isso, contei a história de uma conversa que tive com meu colega Omar, um cara que prefere o sistema presencial.  Foram alguns parágrafos contando a história da minha convivência com o Omar, e elencando os motivos da nossa preferência pelos métodos de trabalho que mais nos agradam.

Eu tinha um ponto, que era a defesa do paradigma de trabalho remoto, algo praticado pela companhia na qual trabalho, e meu colega também tinha o ponto dele, o trabalho presencial, modalidade que a “Viagem de Odiseo” também pratica.

Expondo a ambos, o meu post buscava contar a história da nossa relação com o trabalho, e mais profundamente, a história da nossa experiência com a empresa. Éramos dois funcionários felizes com nossos postos de trabalho, e nossos exemplos certamente serviram para que o público alvo das nossas contratações percebesse algo da filosofia corporativa na qual estávamos inseridos.

Do mesmo modo como estamos fazendo agora (ao contar a história de uma história), isso foi feito por meio de um texto, mas pode ser feito por meio de vídeos, imagens, palestras… O melhor caminho quem deve escolher é você, leitor e empregador.

Baseado nos diferenciais de sua empresa, e na sua filosofia corporativa, descubra as histórias que você pode contar. A recompensa por partilha-las será a chegada de novos colaboradores, com suas próprias histórias pra contar, e assim gerar um ciclo orgânico de fidelização e renovação que terminará por tornar sua empresa ainda mais viva.

E lembre-se: é de empresas vivas, de ecossistemas corporativos dinâmicos e interativos, que será feito o futuro dos negócios.

 

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Mulheres – Poderosas no mercado de trabalho

iStock/ecliff6
Selo com a estampa “We Can Do It!” (Nós podemos fazer isso!), propaganda de guerra  estadunidense criada por J. Howard Miller ,em 1943, para a Westinghouse Electric Corporation  para levantar o moral das trabalhadoras, maioria nas fábricas durante a II Grande Guerra

Se sua empresa busca por profissionais perceptivos, capazes de bom raciocínio abstrato, dotados de alta sensibilidade, capacidade para liderar e com um fascinante poder de convívio no ambiente de trabalho, talvez no futuro seu empreendimento se pareça cada vez mais com o “Clube da Luluzinha”. Porque provavelmente você, leitor e empreendedor, vai seguir a nova tendência do mercado de trabalho, e passará a empregar um número cada vez maior de mulheres.

Isso mesmo, as mulheres, que até pouco tempo atrás ocupavam uma pequena parcela das vagas disponíveis, começam a ocupar massivamente cargos de chefia, e seus salários já ultrapassam os dos homens em algumas profissões.

Ao que parece, as lutas do movimento feminista no século XX estão colhendo seus frutos nesse início de século XXI, e nesse dia 8 de março de 2014 (dia internacional da mulher), há muito que comemorar para as homenageadas.

Embora a situação feminina ao redor do mundo não seja das melhores, e ainda que existam muitas conquistas a serem feitas, ao menos por aqui, na América Latina, um dos aspectos mais fundamentais para a emancipação feminina – a participação no mercado de trabalho – está bem contemplado. Em 2013, pela primeira vez na história, o Panorama Laboral da América Latina e do Caribe 2013, relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), dá conta de que em média 50% das vagas estão ocupadas por mulheres (a tão sonhada igualdade, ao menos nas estatísticas).

No Brasil, a Presidente Dilma Roussef anunciou que, dos 4,5 milhões de postos de trabalho criados desde 2011, 2,3 milhões são ocupados por mulheres. Ou seja, mais da metade das vagas. E embora que os dados mais recentes do IBGE apontem que os homens ainda ganham proporcionalmente mais (1.962,97, contra a média feminina de R$ 1.561,12, em dados de 2011), em certas profissões, esta realidade já se inverteu.

Nas atividades ligadas à uma alta capacidade de empatia, criatividade e sensibilidade, e que ao mesmo tempo privilegiam o raciocínio abstrato (qualidades associadas às mulheres, por excelência), os salários femininos chegam a ser, em média, 500 reais mais altos que os de suas contrapartes masculinas. É o caso dos diretores e gerentes de RH, analistas de marketing e assistentes de comunicação.

Em outras áreas, as novidades não estão tão relacionadas aos ganhos, mas ao aumento da participação. Bastiões masculinos como a área de TI, por exemplo, estão sendo literalmente invadidos por legiões de garotas que cresceram num mundo permeado pelo feminismo e pela luta por igualdade. Elas querem fazer o que gostam, e provam que o mito de que homens são mais capazes em profissões que exigem raciocínio lógico não passa disso mesmo: um mito.

E a tendência da área se reflete em praticamente todos os segmentos tecnológicos, basta observar os dados do Zethos de Educação Coorporativa (IZEC). Nos cursos oferecidos pela instituição, especializada em softwares para gestão empresarial, a média de alunos é de 62% de mulheres para 38% de homens.

Tudo isso reflete a emancipação feminina, cada vez maior e mais presente nas sociedades ocidentais: as mulheres, ao investir em sua própria educação e carreira, acabaram por galgar os degraus que as separavam dos homens, e deixaram de serem exclusivamente donas de casa e de ocupar postos de trabalho que exigem qualificação menor (ainda que existam fatos lamentáveis, como a já mencionada discrepância de salários entre os dois gêneros, que parece crescer conforme aumenta o grau de escolaridade das mulheres empregadas).

Ou seja, o gênero feminino está com tudo. E o bom empreendedor deve estar sempre atento ao que está em alta, principalmente no quesito contratações (afinal, se tanta gente está dando as melhores oportunidades para as mulheres, esta é a prova de que não lhes falta competência).

De modo que investir em campanhas de recrutamento cujo o alvo é o público feminino é uma boa opção para os empregadores que buscam não apenas as qualidades femininas em postos chave para suas organizações, mas também para aqueles que querem ajudar a desmistificar antigos conceitos e a inserir cada vez mais mulheres fortes, capazes e talentosas no mercado.

Num futuro próximo, a aceitação da sensibilidade e da afetividade, enquanto qualidades –  e não como fraquezas –  deve se consolidar cada vez mais como diferencial no mercado de trabalho. E muito provavelmente, mulheres estarão ocupando os cargos mais decisivos de sua empresa, caro leitor. E esse dia 8 de março de 2014 é uma excelente data para começar a pensar nisso.

Este blogueiro e toda equipe da Viagem de Odiseo – onde as mulheres já são maioria – desejam um feliz  8 de março a todas as mulheres, e fazemos votos para que vocês sejam cada vez mais poderosas!

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Outernet

Talvez estejamos tão acostumados a pensar no acesso à internet  como algo pago, que nem sequer pensemos que existem alternativas a esse modelo. Mas, de acordo com os idealizadores do  Media Development Investment Fund (MDIF), uma web livre em termos de custos e navegação é possível.

Os planos são ambiciosos: dar acesso livre à internet para cada um dos mais de 7 bilhões de habitantes do planeta. Para tanto, baseando-se na tecnologia Wi-Fi, o MDIF quer lançar centenas de satélites na órbita terrestre em 2015. O projeto, conhecido como Outernet, promete fornecer acesso irrestrito mesmo em países onde a rede sofre severo controle estatal, como a China e a Coréia do Norte.

A empresa nova yorkina planeja uma parceria com a NASA, com o objetivo de testar sua tecnologia nas instalações da  Estação Espacial Internacional , a partir da qual a transmissão Wi -Fi para os usuários da Internet em todo o mundo poderia ser iniciada

A técnica utilizada seria a  “datacasting technology”, que envolve o envio de dados através de ondas de transmissões de rádio de ondas longas, o que poderia de fato possibilitar a transmissão global de dados .

Para que o sonho se torne realidade, no entanto, serão necessárias dezenas de milhões de dólares, levantados por crowdfunding.

Todo esse dinheiro deverá ser investido em infraestrutura, mais especificamente na construção e lançamento de centenas de “cubesats”, pequenos satélites de baixo custo, que deverão orbitar o planeta e redistribuir os dados recebidos através de uma ampla rede de estações terrestres distribuída globalmente.

Lançando mão da tecnologia “User Datagram Protocol” (UDP), que nada mais é que o compartilhamento de dados entre usuários da rede, a Outernet deverá oferecer seus serviços de uma forma muito semelhante ao que estamos acostumados a ver na TV e no Rádio: os conteúdos serão transmitidos através de “canais” ou “estações”, permitindo que o usuário selecione as informações navegando entre esses “centros de transmissão”.

De fato, uma ideia ambiciosa e inovadora, que, tendo êxito, ampliaria ainda mais o acesso à informação (atualmente, de acordo com estimativas, apenas 40% da população mundial teria acesso à rede), e consequentemente proporcionaria mudanças ainda mais significativas em nossa cultura, e na forma como nos relacionamos.

Recentemente, falamos sobre a web enquanto aliada da liberdade e da democracia, e a democratização irrestrita do acesso à web é daquelas coisas com as quais sonhamos, e que, acreditamos, terá papel fundamental na construção de um mundo novo e sem fronteiras, e na construção da tão sonhada cultura global.

Para ficar realmente por dentro do plano, conheça o cronograma de atividades da Outernet:

Junho de 2014 – A Outernet começará a implantar satélites protótipos para testar a sua tecnologia

Setembro  de 2014 – Pedido oficial à NASA para testar a tecnologia na Estação Espacial Internacional

Janeiro  de 2015 Início da fabricação e lançamento de satélites

Junho de 2015 – Início das transmissões via  Outernet a partir do espaço

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