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Comprei um Kindle

Comprei mesmo.

Assim, igual a esse post, sem pensar muito.

79 dólares.

Consumismo?

Um minuto para minha defesa:

• Muitos livros, em especial livros de negócios, não são facilmente encontrados no Brasil.
• Um bom livro na Amazon custa em média US$ 20 dólares.
• Para a entrega em minha casa em São Paulo, pago mais US$ 10 e espero entre 18 e 32 dias.
• O mesmo livro no Kindle, em contrapartida, custa R$ 15 e chega em 60 segundos.

Conclusão: na compra de aproximadamente 6 livros meu investimento no Kindle já vai ter valido a pena e não vou ter que esperar mais de um minuto para ter meu novo livro em mãos. Isso sem contar os benefícios da portabilidade, possibilidade de fazer marcações, etc.

Mas sabe o que? O ponto não é esse. Na hora, eu não fiz as contas. A realidade é que US$ 79 é um valor baixo para uma tecnologia e serviço relativamente novos.

“O papel vai morrer?”. Pelo jeito vai diminuir muito. E muito antes do que esperávamos.

A adoção massiva de tecnologias ocorre quando seu preço atinge o de uma calculadora. É o que dizem.

Para informação, a calculadora HP 12C custa US$ 61. Sem o frete.

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Occupy Wall Street, um movimento histórico?

Estive no Zuccoti Park há 10 dias atrás, quando o movimento Occupy Wall Street ainda tomava o espaço com instrumentos de percussão, barracas e sleep bags. Fiquei me perguntando se testemunhava um fato histórico.

Occupy Wall Street - Foto: Renato Dias

Há cerca de três anos, eu li Millennial Makeover, um livro escrito por dois democratas que profetizava uma grande mudança política nos Estados Unidos. Morley Winograd e Michael Hais teorizam que a cada quatro décadas ocorre um grande realinhamento político resultante do surgimento de uma nova geração de eleitores, assim como da emergência de novos meios de comunicação.

Eles descrevem dois tipos de realinhamento, o Idealista e o Cívico.  Em realinhamentos Idealistas – o último ocorreu em 1968 na eleição de Richard Nixon, com o amadurecimento dos baby boomers e a popularização da televisão – são marcados por baixa participação nas eleições, certa aversão à política e debates focados em questões morais indivíduais como o uso de drogas, comportamento sexual, papel do homem e da mulher, etc.

Os realinhamentos Cívicos, em contrastre – o último ocorreu em 1932 com a eleição de Franklin D. Roosevelt e a forte utilização do rádio para unificar a população em torno do New Deal – são caracterizados por uma maior participação nas eleições,  atitudes mais positivas em relação à política e foco em questões sociais e econômicas coletivas.

É óbvio que os autores estavam prevendo (ou torcendo por) um realinhamento cívico em 2008 que, a partir da geração milênio e o uso das mídias sociais, levariam Barack Obama e o Partido Democrata à presidência dos Estados Unidos.

Certos ou não sobre a predominância de um partido político nas próximas quatro décadas, me parece que o livro acerta na descrição da atitude e articulação política da nova geração. Occupy Wall Street é uma demostração disso. Trata-se de um movimento voltado às questões coletivas (“we are the 99%”), demandando mais e melhores empregos, distribuição de renda, reforma no sistema bancário e redução da influência das corporações privadas na política. OWS surgiu e se espalhou para outras cidades dos EUA e do mundo através das redes sociais e tem a essência das redes em seu modus operandi: o movimento não possui uma liderança formal, conta com uma razoável diversidade demográfica entre os manifestantes e usa uma metodologia chamada “stack”, uma espécie de assembléia, para discussão de ideias e necessidades.

Parece haver, no entanto, uma falta de demandas de curto prazo e mais concretas para o movimento, que diferentemente da Primavera Árabe no qual se inspirou, não exige a queda de um ditador. É possível que o prefeito de Nova York, o bilionário e parte dos 1%, Michael Bloomberg, torne-se alvo dos manifestantes.

Seja lá como for, fica claro para mim que testemunhei sim algo histórico. E torço para que movimentos similares ganhem força no Brasil para acabar com os problemas que corroem nosso país: a corrupção e incompetência na administração pública.

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5 cases fantásticos usando social media e outras mídias digitais

Não é o TOP 5 do CQC e nem é da televisão brasileira, mas vale a pena compartilhar:

Ben & Jerry’s – Fair Tweets
Para promover o comércio justo, Ben & Jerry’s lançaram um browser plugin que te ajuda a promover o Fair Trade Day usando caracteres que seriam desperdiçados em seus tweets.

Fiat Street Evo
Baseada na tecnologia de QR codes, a FIAT criou um aplicativo que reconhece placas de sinalização de rua. Cada placa revela uma característica do carro.

Axe Angels
Seguindo a campanha dos anjos que caem do céu, a Axe criou uma ação de realidade aumentada em que os usuários de uma das mais movimentadas estações de trem de Londres podiam interagir com anjos em uma tela gigante!

Renault RFID Facebook Connect
Combinando a tecnologia de RFID com o Facebook Connect, a Renault deu aos visitantes de seu stand em uma feira de carros a possibilidade de “curtir” os seus modelos preferidos em tempo real.

Heineken Star Player
Essa é demais! A Heineken criou uma aplicativo de celular onde os espectadores de jogos de futebol podem “apostar” o que acontecerá no próximo lance, ao vivo. Se acertar ganha pontos em uma competição social com outros espectadores.

(via: http://thenextweb.com)

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A revolução virtual pelas lentes da BBC

Zapeando na TV neste final de semana, me deparei com um excelente documentário da BBC chamado The Virtual Revolution. Estava passando na Management TV. O documentário não é novo, foi ao ar no início de 2010, mas eu não me recordo de ninguém falando dele no Brasil.

A série de quatro episódios é apresentada pela Dra. Aleks Krotoski, que entrevista as figuras mais importantes na construção da web, entre eles: Tim Berners-Lee (o inventor da world wide web); Bill Gates (Microsoft), Steve Wozniak (Apple), Chad Hurley (YouTube), Jimmy Wales(Wikipedia), Stewart Brand (The WELL), Biz Stone and Evan Williams (Twitter), Peter Thiel(PayPal).

O bacana é que a série trata dos diversos aspectos do impacto da web na humanidade, não apenas sobre as questões recorrentes de marketing e propaganda. São quatro horas para refletirmos com profundidade sobre a maior revolução social já vivida por nossa espécie.

Abaixo você pode conferir a intro do programa e em seguida os links para cada um dos episódios no YouTube:

Espisódio I
1/6: http://www.youtube.com/watch?v=NPD4Ep_J81k
2/6: http://www.youtube.com/watch?v=RrsxhRnjWCs
3/6: http://www.youtube.com/watch?v=bvoydcnV7Dw
4/6: http://www.youtube.com/watch?v=jgXWImi-Pr4
5/6: http://www.youtube.com/watch?v=0vyD_wh_Ml0
6/6: http://www.youtube.com/watch?v=5j-mPnjoOkk

Episódio II
1/6: http://www.youtube.com/watch?v=RFeJaEhUGs8
2/6: http://www.youtube.com/watch?v=N4cvwif1AGQ
3/6: http://www.youtube.com/watch?v=RqesGryXoo4
4/6: http://www.youtube.com/watch?v=APTtOVTm_Jc
5/6: http://www.youtube.com/watch?v=Yj4OtguOH9E
6/6: http://www.youtube.com/watch?v=8sH4HHiMNko

Episódio III
1/6: http://www.youtube.com/watch?v=F5ShMZ0Xy2Q
2/6: http://www.youtube.com/watch?v=qr90i9q7iXI
3/6: http://www.youtube.com/watch?v=ECLBQfLwD0s
4/6: http://www.youtube.com/watch?v=Jg5E9Y5rH5I
5/6: http://www.youtube.com/watch?v=OMo2B4ILzik
6/6: http://www.youtube.com/watch?v=lHrhLgO86zo

Episódio IV
1/6: http://www.youtube.com/watch?v=z5v4q9_cVCY
2/6: http://www.youtube.com/watch?v=rkxdn7LsQH0
3/6: http://www.youtube.com/watch?v=0-9JVI8pCfQ
4/6: http://www.youtube.com/watch?v=9u03HeXOK_Y
5/6: http://www.youtube.com/watch?v=P15WqDKlvwo
6/6: http://www.youtube.com/watch?v=_RZ218o7AjI

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A revolução no Egito se resume a 140 caracteres?

Todo mundo está vendo a importância que as redes sociais estão tendo na crise do Egito. Após 20 dias de violentos protestos de rua que deixaram mais de 300 mortos e 5 mil feridos, o presidente Hosni Mubarak, renunciou ao cargo. Mas será que podemos dizer que essa foi uma revolução da internet? Será que o mérito dessa grande mobilização social se resume a 140 caracteres? Acho que não.

O sociólogo espanhol, Manual Castells , autor do livro “Sociedade em Rede  ”A Era da informação: Economia, sociedade e cultura”, já havia alertado: “Se um país não quer mudar, não é a internet que irá mudá-lo”.

É inegável a importância que as redes sociais tiveram na disseminação das informações sobre a crise no Egito. No entanto, afirmar que todo o mérito desse movimento social é do Twitter, Google e Facebook é desmerecer milhares de egípcios que foram às ruas, arriscando a própria vida para acabar com uma ditadura de 30 anos.

No livro, “O poder das redes”, David Ugarte foi beber na fonte dos movimentos sociais para explicar como é possível criar e movimentar uma rede social. Resumidamente, o sociólogo acredita que é preciso ter uma causa para mobilizar as pessoas em torno de um tema ou de uma empresa.

O capital humano e social por trás da web 2.0 deve estar preparado e, principalmente, indignado e envolvido o suficiente para se mobilizar. O que vale, aqui são os contextos cultural, social e econômico em que as pessoas utilizam tais ferramentas.

O uso das redes sociais no Egito demonstrou a força que a internet tem de propagar uma mensagem de forma instantânea, porém é preciso que do outro lado haja receptores prontos para consumirem e massificarem tal informação, dando continuidade a um processo que pode chegar a proporções infinitas.

Está claro, portanto que o poder das redes sociais e suas ferramentas consiste em amplificar causas, angariando mais e mais pessoas para a mobilização e/ou discussão.

Episódios como esse demonstram que sim, é possível mudar nossas vidas, nosso bairro, nossa comunidade, nossa cidade, nossa empresa, nosso país, nossas ideias.

Causas já temos demais. A causa maior do “El Viaje de Odiseo” é a sustentabilidade. E as ferramentas estão todas aí, a nossa disposição. Então, o que está faltando para a gente mudar o mundo? Que tal a gente começar agora?

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O amor no Facebook

Nesta semana iniciamos a divulgação do primeiro aplicativo de Facebook feito pela equipe do Odiseo aqui no Brasil: o app Amor em Movimento, da linha de perfumes Amó, da Natura. A marca fala da sustentabilidade das relações amorosas e de como enfrentando as dificuldades impostas pelo dia a dia para ter uma relação legal com quem escolhemos para dividir a vida.

Cada par de um casal pode publicar, em seu mural, os gestos que fez para movimentar seu relacionamento. E aí vale tudo: convidar para jantar, passar aspirador na casa, aparecer de surpresa com os ingressos de um show que estava esgotado… Esses gestos dos dois vão sendo contabilizados e gráficos mostram como está o desempenho do casal. Um ranking mostra quais são os casais mais ativos e badges de reconhecimento são dados aos usuários, conforme eles atingem metas previstas pelo aplicativo.

Uma das inspirações para chegar ao formato final do app foi a matéria Living by Numbers, publicada pela Wired. Se as pessoas correm mais (ou comem menos) quando conseguem visualizar sua performance por meio de gráficos, por que não ajudá-las a cuidar de seu relacionamento amoroso usando o mesmo princípio?

Nosso desafio, agora, é divulgar o aplicativo nas redes sociais fora dos mecanismos convencionais como release, newsletter e afins. Amó é uma marca que nasceu da cocriação, do trabalho em rede, e é nesse caminho que estamos seguindo. Começamos a trabalhar com uma ferramenta de monitoramento chamada Scup para levantar oportunidades de conversas e viralização do app. Semana que vem tem treinamento!

Convido você a conhecer o aplicativo. Garanto que é uma experiência no mínimo curiosa ver sua relação em números.

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Redes sociais verticais: uma oportunidade para empresas iniciarem o diáologo com seus públicos de interesse

Pode parecer um pouco óbvio, mas me ajudou muito a organizar a cabeça quando separei as redes sociais entre “redes de massa” e “redes de nicho”.

 

Frequentemente somos questionados se ao criar novas redes sociais não estamos competindo com Facebook, Orkut, etc. A resposta é o bom e velho “depende”.

 

Facebook e Orkut são redes sociais de massa. Ou seja, não tem um propósito definido, as pessoas usam como querem e tratam sobre diversos assuntos diferentes. Uma outra característica interessante dessas redes é que em grande parte elas conectam pessoas que já se conhecem e, portanto, o interesse está na vida do amigo, no que ele tem feito.

 

Redes de nicho ou verticais são aquelas que tratam de temas específicos: culinária, esportes, moda, etc. O interessante desse tipo de rede é que ela costuma reunir pessoas que geralmente não se conhecem em torno de interesses comuns. E, na minha opinião, é aí que está a beleza da coisa: a possibilidade de troca de conhecimento entre pessoas de diferentes lugares e círculos sociais.

 

Para as empresas ou outros tipos de organização, isso representa uma tremenda oportunidade. Toda empresa é especialista em alguma coisa (ou várias) e, portanto, tem autoridade para falar sobre determinados assuntos. Neste sentido, como disse a Carol Terra outro dia, as empresas podem ser mediadoras de temas nas redes socias.

 

Um grande case de sucesso nosso tem tudo a ver com essa questão. A comunidade www.adoromaquiagem.com.br é uma rede oferecida pela Natura Cosméticos para as amantes de maquiagem. Lá as usuários podem encontrar diversas matérias sobre novidades e tendências do mundo da moda e maquiagem, além de postarem e assistirem a vídeos tutoriais, participar de eventos on-line, perguntar e responder à dúvidas de outras apaixonadas pelo tema, entre outras coisas. A Natura, representada por uma Community Manager, estimula a conversa e contribui com seu conhecimento. Os benefícios de estratégias deste tipo?

 

  • A empresa torna-se referência no seu tema de interesse
  • Estreita o relacionamento com seus consumidores e potenciais consumidores
  • Amplia a presença da sua marca na web
  • E ainda obtem insights que podem contribuir para seu processo de inovação de produtos e serviços

 

Que redes de nicho bem sucedidas você conhece? Me dá uma ajudinha, compartilhe :-)
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Dentro da cabeça de um Community Manager

A Victoria Ciccola, Odiseo Argentina, compartilhou o infográfico abaixo criado pelo pessoal da Get Satisfaction.

É recorrente em nossos planejamentos colocarmos a necessidade de um Community Manager para fazer a gestão da interação e conhecimento gerado nas redes em que nossos clientes atuam. Sem essa gestão, a empresa dificilmente construirá seu capital social on-line.

Na Odiseo, costumamos dizer que o Community Manager…

  1. É o anfitrião da comunidade. Tem a tarefa de estimular a participação dos usuários e conectá-los, fortalecendo a comunidade. É a voz da marca no espaço proprietário e em redes externas;
  2. É a pessoa que a partir do monitoramento das redes, interage com os usuários oferecendo e solicitando conteúdos e soluções relacionadas ao tema de interesse da companhia;
  3. É aquele que identifica e captura o conhecimento que surge a partir da interação das pessoas. Ele tem a incumbência de encaminhar esse conhecimento dentro da empresa;
  4. É idealmente um funcionário da empresa, garantindo sua legitimidade com os usuários, permitindo a detectação de oportunidades que façam sentido e o encaminhamento interno das mesmas com maior fluidez.

O infográfico abaixo vai em um nível ainda mais detalhado. Me pareceu excelente. O que acharam?

Clique na imagem para ampliá-la:

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Empowered: quando as estratégias de mídia social começam dentro de casa

Lançado em setembro de 2010 nos EUA, Empowered é um dos bons livros de negócio que li nos últimos tempos. O conceito básico da obra escrita por Josh Bernoff, um dos autores do consagrado GroundSwell, é que as empresas não podem atuar em um mercado de consumidores “empoderados” (na falta de uma melhor tradução para o termo) se seus colaboradores continuam na idade da pedra. O livro é recheado de pesquisas da Forrester Research, instituto do qual Josh é vice-presidente, e contem uma série de recomendações para que as empresas estimulem seus funcionários a inovar no atendimento aos seus clientes por meio de soluções 2.0.

“As more and more companies create strategies for connecting with customers in social environments, the challenge has shifted. The problem is not just connecting with empowered customers, it’s what this engagement does to corporations. It’s a management challenge.”

Desde 2007, nós Odiseos seguimos este caminho. Quando começamos a trabalhar com a Natura, nosso primeiro projeto foi a criação de uma rede social interna, visando trazer a cultura e habilidade no uso das ferramentas 2.0 para dentro da empresa. Sempre acreditamos que o contato direto entre público interno e público externo é a maneira mais eficiente para promover uma relação genuína entre a empresa e seus públicos, assim como para incorporar conhecimento vital para a inovação.

Dentre os aprendizados que tivemos com esta rede interna, podemos elencar os seguintes:

  • Além da produção editorial, é muito importante contar com um community manager
  • Blogs pessoais e comunidades são legais, mas podem ter pico de utilização e depois serem abandonados
  • É preciso envolver a alta gestão. Eles precisam dar o exemplo.
  • Não crie um ambiente a parte. A integração com a intranet e demais veículos de comunicação interna é fundamental.
  • O conteúdo tem que fazer sentido para o negócio, mas de forma “entretenida”
  • A evolução contínua da plataforma e estratégia são chave para manter as pessoas conectadas. As ferramentas externas evoluem e a sua deve evoluir também
  • Crie um Guia de Convivência para incentivar os “dos”, não apenas os “dont’s”.

Uma rede interna não deve ser vista apenas como uma inciativa interna. Ela pode ser o ponto-de-partida para colocar a empresa em rede com todos os seus públicos de interesse.

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Volver e seguir adiante

Em julho de 2007 embarquei nesta viagem. Não era só mais um projeto de uma das empresas mais incríveis em que trabalhei. Hoje, retomo nosso diário de bordo, olhando as coisas por uma outra perspectiva.

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