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Plataforma #vaimudar aposta no conhecimento para a transformação social

Desde o ano passado, o Brasil está acompanhando um interessante momento de efervescência política. É inegável que a internet teve participação fundamental na troca de informações e debates entre todos os que, de alguma forma, estão participando das ações por mudanças em nosso país.

A ferramenta colaborativa #VaiMudar é mais uma iniciativa que reafirma a importância da internet para os debates e a consolidação da democracia no Brasil. Lançada em junho de 2014, não por acaso, o mês em que começou a Copa do Mundo, a plataforma reúne debate aberto, informação sobre o cenário político e participação na mudança.

#VaiMudar é o espaço para ler opiniões sobre alguns dos temas mais polêmicos atualmente no Brasil, contando, claro, com a opinião de quem quiser participar, mas também com análises e infográficos relativos aos temas que estejam sendo debatidos e que ajudem a entender como são tomadas as importantes decisões políticas no Brasil.

Um dos primeiros assuntos debatidos na página é a Copa do Mundo de futebol. Você pode entender os gastos e relações dos políticos com o megaevento, assim como entender as tomadas de decisão relativas a ele. São informações preciosas, já que 2014 também é ano de eleições. Depois da Copa, virão o “Vai Mudar nas Eleições” e o “Vai Mudar nas Olimpíadas”.

Em sua opinião, qual é a importância das redes colaborativas para a construção da democracia? Deixe seu comentário!

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Novo projeto Odiseo: blog para adoradores de papel

 

No mês passado, recebemos uma nobre missão: reformular o blog Adoro Papel, patrocinado pela International Paper. Nosso novo cliente é líder mundial na produção de papéis para imprimir e escrever e embalagens. O  blog visa ser um ponto de encontro para todos aqueles que usam o papel em sua rotina, seja por questões profissionais ou hobbie. Também é um espaço para esclarecer todos os processos sustentáveis da produção de papel no Brasil, feita a partir de florestas plantadas em um processo 100% sustentável.

A nossa missão foi modernizar o layout do blog e repensar as suas editorias, tendo em vista o público fiel e os objetivos da International Paper ao desenvolver o canal. Para isso, buscamos entender os detalhes do negócio do cliente, buscamos referências tanto em blogs quanto em sites e entendemos o perfil dos nossos leitores e de novos públicos que poderiam ser impactados com o conteúdo produzido.

Como ficou

O novo Adoro Papel foi lançado na semana do aniversário de dois anos do blog, com várias novidades.  Na home do blog, destacamos o trabalho de um artista que use papel em suas criações. Para que o leitor também se inspire a criar, oferecemos a seção “Como se faz”, patrocinada por Chamex. São tutoriais exclusivos e com informações claras e divertidas.

A seção “Curto papel” reúne depoimentos de pessoas que tenham alguma relação especial com o material. E os leitores também são convidados a mandar depoimentos – em texto, vídeo ou foto – e serem as estrelas do blog. Também compõem o blog as seções “Arte e cultura”, “Decoração”, “Educação”, “Sustentabilidade” e “Curiosidades”. Para não perder nenhum detalhe, os leitores podem assinar a newsletter e curtir a página no Facebook, onde também são postados conteúdos exclusivos.

Agora, nós te convidamos a conhecer o blog Adoro Papel e deixar a sua opinião sobre o seu conteúdo.

 

 

 

 

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Por que esta é a Copa das redes sociais?

Imagem: Google Trends

A afamada Copa das Copas que acontece pela segunda vez no “País do Futebol” é também a Copa das redes sociais. Mas, você aí se pergunta: “em 2010 também tínhamos redes sociais, não?”. A resposta é SIM, mas, há quatro anos, o fenômeno mobile não era tão forte como é agora.

Com a facilidade de comentar, compartilhar, postar fotos, vídeos e tudo mais a qualquer momento e onde quer que você esteja, os smartphones tornaram-se quase parte de nós. E o pior (ou melhor) disso tudo, é que a internet não perdoa (esse tumblr aqui exemplifica o não-perdão da rede mundial de computadores), por isso, vamos a alguns dados interessantes sobre a Copa do Mundo e as redes sociais:

Há uma semana do Mundial, no amistoso do Brasil contra  a Sérvia, um dos assuntos principais foi nada mais do que a bunda do Hulk (vai falar que você não reparou). Duvida? Veja aqui.

Vamos falar de dados concretos. O Google Trends criou uma plataforma exclusiva de buscas relacionadas à Copa. Conheça, aqui.

No jogo Austrália contra Espanha, o meia Xabi Alonso atraiu 5x mais buscas que o piloto de Fórmula 1 Fernando Alonso, pouco antes do Grande Prêmio da Áustria. Depois de empatar com Portugal, as buscas por futebol foram 4x maior do que a bebida favorita dos americanos, o café. E uma das pesquisas mais interessantes (talvez não tanto) foi a pergunta: “Quantos gols Rooney já marcou em uma Copa?”, já que depois de jogar dois mundiais (2006 e 2010), o atacante marcou seu primeiro no Itaquerão, mas isso não impediu a despedida inglesa do campeonato. E olha como o filho dele ficou triste :(

No primeiro jogo, a procura por receitas de pipoca doce duplicaram por aqui (se alguém tiver uma receita boa, me manda no comentário). O paredão mexicano fez aumentar em 46x as buscas pelo goleiro Ochoa durante o jogo entre o Brasil e México. E o cabelo do Neymar (é claro) superou as buscas pelo cartão recebido no primeiro jogo.

Chega de buscas curiosas, se quiser ver mais acesse aqui.

Olha aqui que infográfico interessante da offerpop sobre os números da Copa! Destaque para quase metade da população MUNDIAL que assistirá aos jogos, para os aproximados 350 mil tuítes diários e para a falta do Neymar nos jogadores que mais geram buzz (por conta do patrocínio que ele tem com a Nike).

E você, o que está compartilhando sobre a Copa?

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É mídia ou conteúdo? Os dois!

 

Nunca o conteúdo foi tão importante para as marcas como é hoje. Oito em cada dez usuários iniciam a navegação pela internet com buscas no Google. E a entrega dos resultados depende de um algoritimo, baseado na relevância do conteúdo. Por isso, os olhos do mercado publicitário agora estão voltados para o Native Advertising. Você pode nunca ter ouvido falar neste termo, mas, com certeza, conhece e já foi impactado por este novo formato de mídia.

O que é?

O Native Advertising, ou mídia nativa, é a junção da publicidade com o conteúdo. É uma maneira das marcas se posicionarem no mercado editorial e prestar serviços de informação, sem anunciar um produto ou serviço de forma direta.

Adotado há muito tempo, desde a década de 1950 e 1960, o Native Advertising emergiu como uma nova forma de marketing para engajamento com as marcas e uma nova fonte de lucro para os publishers.

Quem nunca viu um publieditorial em um jornal ou revista? Agora, a novidade é que, devido à tecnologia, pode ser aplicado a diversas plataformas e linguagens: vídeos, posts em redes sociais, aplicativos, sites, portal de notícias.

Uma boa definição de Native Advertising vem de Dan Greenberg, CEO da da Sharethrough, uma plataforma tecnológica que oferece a possibilidade para publishers de criar e gerenciar as oportunidades de mídia nativa. “Native Advertising é uma forma de mídia paga em que a experiência oferecida pela propaganda segue as formas e as funções naturais da experiência do usuário oferecidas pelo conteúdo onde o advertising é posicionado”.

Vamos às explicações: por “Forma” se entende a fusão e combinação entre a propaganda e o design visual do contexto dentro do qual a propaganda é inserida, fornecendo assim uma experiência equivalente à de um conteúdo natural. Em termos de “Função”, o Native Advertising deve atuar e engajar constantemente com a experiência do usuário e deve funcionar como um conteúdo normal.

Alguns dos formatos de propaganda mais efetivos já se integram com as formas e as funções da experiência do usuário: Search Ads, Promoted Listings, Promoted Videos, Posts Patrocinados, Links Patrocinados.

Mas, então, qual é a diferença entre Native Advertising e o marketing de conteúdo? A diferença é que a mídia nativa é paga para alcançar o público desejado, enquanto o marketing de conteúdo faz isso isso de forma orgânica.

A ideia do Native Advertising é não se parecer com uma peça publicitária. É uma mídia mais natural para a experiência do usuário, menos intrusiva. E o mais importante: o valor do conteúdo entregue para o usuário deve ser maior que a mensagem publicitária.

Para entregar valor para o usuário, o conteúdo deve:

  • Informar
  • Prestar serviço
  • Criar um testemunho
  • Contar uma história
  • Explicar um assunto

O Native Advertising deve respeitar três pontos-chave fundamentais:

Relevância –  ser importante para a audiência

Playlist Patrocinada no Spotfy

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Contexto –  estar relacionado e integrado ao ambiente que está inserido, ou seja, contextualizado no ambiente editorial

The Guardian

 

 

 

 

 

 

 

Credibilidade e transparência – deve ficar claro que é um conteúdo pago

Post Patrocinado no BuzzFeed.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Benefícios do Native Advertising

A mídia nativa é uma excelente maneira de posicionar um produto, sem falar nele.

A Diesel, marca de roupas americana, por exemplo, fez isso muito bem recentemente. Para apresentar seu mais novo produto, uma calça com stretch, que não limita os movimentos, a marca produziu um vídeo de dança, no qual todos os bailarinos e dançarinos usavam sua calça. No entanto, em nenhum momento o produto foi mencionado. O vídeo foi altamente viralizado e teve mais de 1,5 milhão de visualizações.

Outra vantagem. Não existe limitação de formato. As marcas podem prestar serviços para seus clientes e consumidores em diversas plataformas diferentes. Veja o caso da Knorr. A empresa lançou um aplicativo para Smart TV da Samsung com mais de 500 receitas. Neste app, o usuário pode gerar uma lista de compras completa a partir do prato desejado, além de gerenciar sua lista de receitas favoritas e também fazer buscas personalizadas.

Aplicativo para smart TV da Knorr

 

Como fazer e como medir?

Aqui no Brasil ainda não existe um consenso sobre quem deve produzir esse tipo de conteúdo, se a agência ou o publisher. De acordo com alguns especialistas do mercado, o fluxo ideal é criar uma parceria entre a agência e o veículo, que devem iniciar o processo, dando ideias e oferecendo soluções para os clientes em conjunto. Depois de aprovado o projeto, a agência faz a produção e o veículo publica. Porém, há ainda quem conteste este modelo, com o seguinte argumento: às vezes um projeto não deve ser publicado em um único veículo, mas em diversos.

Nos Estados Unidos e Europa, os publishers estão mais à frente que no Brasil. Tanto que os grandes grupos de mídia já possuem um núcleo de produção exclusiva e alguns até já possuem manuais sobre o tema. É o caso do jornal inglês The Guardian e o grupo de revistas americanas Conde Nast, que publica títulos como Vanity Fair, Glamour, The New Yorker.

Mesmo sem ter um modelo de produção estabelecido, o mercado publicitário e os veículos  entendem que o mais importante é que o conteúdo produzido tenha um design similar ao da publicação que será veiculado, deixando bem claro que é um conteúdo pago e que deve ter uma linguagem mais editorial que publicitária.

E como trata-se de um conteúdo editorial, a melhor forma de medir sua eficiência é com indicadores de engajamento. No Native Advertising, por não citar o produto diretamente na maioria das vezes, vale lembrar que o que está em jogo não é a venda direta, mas sim a conversação do usuários em admirador, influenciador e na construção do conhecimento de marca.

 

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25 anos de Internet

No dia 24 de março desse ano, comemoramos os 25 anos da grande sacada de Tim Berners-Lee, que transformou uma rede de trocas de arquivos e pesquisas utilizada por uns poucos acadêmicos em um fenômeno de comunicação sem precedentes.

Como toda grande ideia, o sucesso foi proporcional à criatividade do autor da coisa, e hoje em dia, ninguém mais pensa na rede mundial de computadores como uma inovação, mas sim como uma parte indispensável do dia a dia de todos nós. Arrisco mesmo dizer que para os nascidos depois de 1980, o mundo sem internet não faz o menor sentido, não dá nem pra imaginar.

Mas o que pouca gente se dá conta, é da velocidade e da magnitude das mudanças ocorridas na comunicação global desde que a World Wide Web começou a dar seus primeiros passos. No nosso post de hoje, apresentaremos alguns dados que dão uma ideia do que aconteceu nesse quarto de século.

Os números refletem uma mudança de paradigma completa, ocorrida na forma como as pessoas  desempenham todas as suas tarefas diárias, desde cuidados com a saúde até criação de conteúdos e hábitos de leitura, passando por atividades de lazer e, claro, trabalho. Outras áreas da atividade humana, como as interações entre cidadãos e governos, os debates políticos e sociais e a organização de comunidades também aparecem com destaques. Vale a pena conferir alguns tópicos:

  1. em 1995, quase ninguém usava a internet entre as pessoas adultas dos EUA. Em 2014, o número subiu para fantásticos 87% da população com mais de 18 anos navegando na web.
  2. 90% dos usuários acreditam que a internet é algo bom para eles individualmente, e 76% desses acham que a web é algo positivo para o planeta como um todo
  3. 53% dos usuários declaram que é difícil não utilizar a internet, em comparação com os 38% de 2006. Em contraponto, a televisão é tida como difícil de não ser utilizada por 35% dos americanos adultos, número bem maior que os 44% que endossavam essa declaração 2006
  4. 1 em cada 4 americanos acham indispensável o acesso à web.
  5. 70% dos usuários da internet a veem como um ambiente acolhedor, no qual são tratados com gentileza por outros usuários
  6. 56% dos usuários também enxergam a web como um meio para obter ajuda e divulgar causas que consideram importantes. Estes usuários declaram já ter visto, ao menos uma vez, grupos ou iniciativas humanitárias na web.
Em 25 anos, a internet mudou a cara do mundo e o comportamento da humanidade. E certamente também impactou a mim, que estou escrevendo aqui, e a você, leitor. Não importa se você é anterior ou contemporâneo às gerações que convivem no ambiente virtual, o importante é compreender que ele veio para ficar, e é importante que tiremos dele o melhor proveito para nosso crescimento pessoal e profissional.

para quem deseja se aprofundar mais, os dados são oriundos de uma pesquisa do Pew Research Center, que tem divulgado pesquisas similares desde 1995, e podem ser vistos na íntegra clicando aqui.

Um brinde aos 25 anos da Web!

 

 

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Garimpando o conteúdo dentro das organizações

iStock / IvelinRadcov

 

Produzir conteúdo para comunicação corporativa pode parecer um grande desafio. O primeiro deles é entender que tipo de informação divulgar em cada um dos diversos veículos que a organização costuma ter.

No caso das redes sociais e sites colaborativos, selecionar as pautas pode se transformar em uma pequena batalha diária. Afinal, são meios que demandam não apenas informação de qualidade, como diversidade de mensagens e interação. Logo, buscar pautas interessantes se transforma em uma tarefa especialmente estratégica.

Como garimpar

Um caminho a ser seguido é conhecer os outros canais de comunicação que a própria empresa já possui. Uma rica fonte de pautas, por exemplo, é ter acesso às questões abordadas nos Serviços de Atendimento ao Consumidor.

Entendendo as mensagens recebidas, é possível pensar sobre os pontos fracos da empresa, assim como refletir sobre os acertos da companhia e divulgar iniciativas positivas para o público externo, ajudando na construção da reputação da marca.

O SAC também é um grande parceiro na inovação de uma empresa. É por meio das dúvidas e queixas que se estabelece uma comunicação entre o cliente e a companhia, e as preciosas informações podem ser utilizadas como inspiração para novos produtos, serviços e, por que não, novas pautas.

Da mesma forma, vale a pena estudar com atenção os dados que a própria empresa possui sobre seu negócio. Alguns exemplos são as informações sobre vendas, produtos e serviços que oferecidos. Como eles estão posicionados no mercado? Como é feita a sua divulgação? É bem recebida pelo público? Qual são os produtos e serviços mais vendidos? Esses questionamentos  revelam, num primeiro olhar, a preferência dos clientes e tendências de consumo. Portanto, devem ser aprofundados e, deles, surgirão inúmeras ideias.

Quando há uma forte parceria entre o cliente e a agência produtora de conteúdo, as conversas de corredor também são uma boa fonte de inspiração para pautas de veículos internos. Mais uma vez, um boato, um elogio ou uma dúvida dos colaboradores se transformam em pautas preciosas para serem trabalhadas.

Assim como na reportagem investigativa, o segredo do sucesso é estar com olhos e ouvidos atentos, contar com uma boa parceria com as fontes e refletir muito sobre as descobertas antes de desdobrá-las em pautas. As pistas do dia a dia são conteúdos preciosos para alimentar nossos canais de comunicação e divulgar tudo o que o cliente tem de melhor.

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Blogando em busca de resultados

Nosso post de hoje fala sobre a importância de manter – e principalmente utilizar – um blog corporativo na busca pelos melhores resultados. Ferramentas utilíssimas na construção da imagem empresarial, os blogs vão além de mostrar ao público a identidade corporativa de determinada marca, e são o às na manga de quem quer apostar suas fichas no maior gerador de resultados em Marketing Digital: a produção de conteúdo próprio.

A importância de manter um blog passa por vários setores das estruturas corporativas. Podemos utilizar esses espaços digitais para os mais diversos fins, e para obter os mais diversos resultados, tanto na estrutura interna da empresa quanto no quesito relacionamento com o público externo.

Dentre as utilidades internas, podemos destacar pontos importantes, como a divulgação da cultura corporativa, a consolidação da filosofia empresarial e, claro, a fidelização dos colaboradores a partir destas duas primeiras.

Mas hoje falaremos sobre o aspecto externo da coisa. A utilização dos blogs como estratégia para a geração de Leads e como vitrine de relacionamento. Em primeiro lugar, é preciso entender o por que da extrema importância de gerar seu próprio conteúdo. Para entender isso, não é preciso quebrar a cabeça. Basta ver o que as pessoas  - e empresas – andam fazendo na web. Logo você vai notar que a imensa maioria delas está repassando o conteúdo alheio. Quem não está replicando, está produzindo, e se repararmos, vamos descobrir que esses, os que produzem, são aqueles que tem maior visibilidade e popularidade entre seus públicos, sejam eles usuários ou corporações.

Então, fica empiricamente provado que a originalidade gera popularidade. E isso ajuda a demonstrar aos seus clientes e possíveis clientes que você é capaz de oferecer soluções, produtos e serviços dos quais eles precisam. Isso obviamente fideliza seus  públicos, ajuda a consolidar a implementação do que você oferece, e o melhor de tudo, gera retorno cíclico na aquisição disso. O que significa, em linhas gerais, que seu cliente continuará adquirindo o que quer que você tenha a oferecer, todas as vezes que precisar de algo do gênero.

Mas falar é fácil. O desafio é sair da teoria, e começar a produzir, na prática, os conteúdos que vão alavancar seus resultados em Marketing Digital. Muita gente já escreveu artigos, e-books e muito mais sobre o tema, então não faltam “tutoriais”, detalhados na web. Mas é justamente aí que reside um probleminha que pode incomodar na hora de por a mão na massa. A quantidade de dicas, sugestões, “how to’s” e regras costuma confundir quem está começando a blogar por resultados (e quer fazer isso em “casa”, sem ter de contratar uma produtora de conteúdo, por exemplo). Para tentar simplificar e tornar claro pra todo mundo, sem pecar no excesso de informação, pensamos em algumas diretrizes para dar o norte necessário ao empreendedor que pretende utilizar um blog para alavancar a presença digital, e ser mais um a focar na vedete da web 2.0 em termos de Marketing Digital. Confira abaixo 10 dicas para ter sucesso nessa empreitada:

  1. Certifique-se de que você tenha tempo hábil para atualizar seu blog com uma boa frequência. A pessoa responsável por fazer isso deve ter um perfil adequado para a função, a saber, o de um trabalhador intelectual, um pesquisador e produtor de textos habilidoso e versátil.
  2. Conheça seu público alvo, e procure estar sempre em dia com os interesses e preferências dessas pessoas ou empresas
  3. Estude. Estudar é necessário para adquirir conhecimento sobre qualquer tema, e conhecimento é fundamental para quem precisa falar com propriedade sobre um assunto.
  4. Entenda o “idioma” do seu potencial leitor, e seja fluente nele. Comunique-se não só de forma clara, mas de forma clara para o seu público alvo.
  5. Seja conciso, e evite ser prolixo. A linguagem da web favorece quem sabe sintetizar, e isso já é mais que claro para quem está habituado ao ambiente digital.
  6. Mantenha seu foco. Esteja seguro do objetivo que você pretende alcançar, siga na direção dele, se possível sem se desviar um milímetro sequer.
  7. Tente ser inovador. Praticamente todos os assuntos já foram exaustivamente explorados na internet. Esse fato é ao mesmo tempo, um desafio e uma vantagem. Provavelmente você vai falar de algo que já foi dito. Assim, procure tratar do tema sob um viés original, seja abordando um aspecto pouco destacado, ou inovando na linguagem.
  8. Nunca produza seu conteúdo com base na forma como você utiliza seus canais de divulgação auxiliares. Utilize seus canais auxiliares (redes sociais, por exemplo) baseado na forma pela qual você produz conteúdo.
  9. Tenha em mente que o sucesso ou fracasso de um blog é medido pelo êxito que ele atinge – ou não – em se tornar uma referência na área do conhecimento na qual está inserido.
  10. Por último, e não menos importante, um aviso: a conceituação teórica é muito importante, mas não se esqueça de que você está tocando um negócio, e que seu objetivo é lucrar. Portanto, tenha sempre em mente a regra de ouro da geração de resultados em Marketing  Digital: converta seu visitante em lead, seu lead em oportunidade, e a oportunidade em bom negócio. Essa regra pode ser traduzida em: Produza conteúdos que demonstrem seu expertise, demonstre, a partir deles, que você é capaz de atender à necessidade de seu cliente, e finalmente, mostre que você é a melhor escolha em termos do produto/serviço que voce tem a oferecer.

Com essas regras simples em mente, agora só depende de você. Comece o quanto antes a blogar!

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Qual Será o Futuro do E-mail Marketing?

Hoje em dia, o e-mail marketing é um recurso indispensável para as empresas, e uma ferramenta imbatível para alavancar vendas. Barato em termos de custos financeiros, e com um excelente retorno sobre investimento, a prática conta com vantagens indiscutíveis, tais como

  • Capacidade de personalização
  • Baixo custo operacional
  • Oportunidade de aproveitamento da audiência online, em especial a de profissionais que trabalham conectados
  • potencial de interação com as redes sociais

Sem dúvida, um bom investimento para quem quer ser visto por seus potenciais consumidores, clientes e públicos alvo. Mas, muito recentemente, tem emergido uma nova corrente de pensamento entre alguns especialistas, que afirmam que o futuro não será tão promissor para o e-mail marketing. Alguns chegam mesmo a decretar seu fim.

Como se sabe, hoje em dia as corporações mais antenadas com a web 2.0 buscam minimizar o uso de e-mails entre seus colaboradores, substituindo gradualmente este recurso pelas intranets e redes sociais corporativas, investindo pesadamente  nos hubs empresariais

Em termos de comunicação com o cliente, as redes sociais tem tido papel cada vez mais destacado, e muito do que se podia fazer com um e-mail marketing, pode ser feito com maior alcance e a mesma possibilidade de mensuração através dos canais de mídias sociais corporativas. Com a vantagem de que essas redes possuem uma gama muito maior de público e alcance, sem contar com o potencial de segmentação cada vez maior. Se até recentemente as redes sociais não eram uma forma de publicidade direta, hoje sabemos que essa realidade mudou, e que o segmento caminha cada vez mais para se tornar uma espécie de amálgama de tudo o que há em termos de comunicação, seja corporativa ou não. Isso torna a prática mais comum de divulgação do e-mail marketing nas redes sociais (o simples compartilhamento do link) uma forma redundante de fazer publicidade.

além disso, é muito mais fácil atingir o “target” investindo em social media, ferramenta que permite uma segmentação extrema (vide exemplos como a Graph Search do Facebook), e estando nelas a empresa ainda conta com a oportunidade de “aprender” a linguagem do público destinatário, e assim aumentar ainda mais a eficácia das ações online. Afinal, quem domina o léxico, domina o mercado.

E no caso, a linguagem adotada pelas novas gerações de usuários da rede mundial de computadores está se distanciando do e-mail, e passando a utilizar cada vez mais as formas de comunicação instantânea, como SMS, e chat – este disponibilizado pela maioria das redes sociais – , além de variados aplicativos de mensagens.

Também por conta do abuso da prática, o e-mail marketing tem perdido um pouco de sua credibilidade, em razão do alto número de spam recebido pelos usuários. A caixa de entrada está se tornando cada vez menos atrativa, em suma, e sendo gradualmente substituída por formas mais dinâmicas de comunicação.

Mas na opinião deste blogueiro, é exagero decretar a sentença de morte do e-mail marketing, e mesmo aventar sua substituição pelo social media marketing num futuro próximo. Ao contrário, creio que a perda de eficácia da prática pode lhe fornecer um novo fôlego, caso as empresas busquem investir na integração dos seus variados canais de mídia. Não creio em um processo de canibalização do e-mail marketing pelas redes sociais. ao contrário, acredito que os dois canais de mídia podem muito bem desenvolver uma espécie de simbiose.

O que deve morrer, e em minha opinião já está morrendo, é a forma arcaica do e-mail marketing, seu uso indiscriminado e pouco efetivo, o típico “atirar para todos os lados”. Empresas inteligentes já aprenderam que o futuro é da segmentação, da personalização dos conteúdos. O sucesso virá para quem conseguir se adequar ao novo paradigma de individualização de conteúdos e ofertas.

Assim, respondendo a pergunta do título, não creio que o futuro traga a ruína do e-mail marketing, mas sim sua evolução como ferramenta adequada a um novo contexto mercadológico, e mesmo social, de interconexão absoluta e mídias cada vez mais integradas. Desaparecerão (ainda bem) as iniciativas de baixa qualidade, que despejam conteúdos e produtos indiscriminadamente, acompanhadas de designs pobres e “ofertas” genéricas. O e-mail marketing deixará de ser uma estratégia unidirecional (como já está acontecendo), e passará a fazer parte de um esforço amplo e inter-midiático.

Pensando em ajudar o leitor a compreender melhor a maneira de adequar o e-mail marketing à nova realidade das comunicações, aqui vão algumas dicas:

  • Substitua o e-mail marketing pela newslleter. boletins informativos são mais atrativos para os usuários, por conterem conteúdos que “fisgam” o usuário para o site da empresa, onde ele poderá efetivamente escolher se deseja ou não seus conteúdos, serviços ou produtos por si mesmo, e não porque a empresa está “empurrando” algo goela abaixo do potencial cliente.  sempre prefira conteúdo, ao invés de propaganda descarada.
  • Não compre mail lists. Aqui nem é preciso explicação. essa prática é desagradável, antiética, e sobretudo, é impossível segmentar a partir dela.
  • Envie seu -email marketing para quem se interessa por ele, ou seja, usuários cadastrados no mailing da companhia, ou clientes que mantenham um relacionamento com a sua marca, ainda que ele seja subjetivo, como por exemplo o caso do sujeito que se interessa por produtos similares ao que você tem para oferecer]
  • Trate o usuário como indivíduo. E nunca se esqueça de que indivíduos sempre tem escolha. Permita sempre o cancelamento do recebimento do seu e-mail marketing, não envie conteúdos genéricos, não seja apelativo e nem insistente. A web 2.0 e o novo paradigma de mercado nos ensinaram que consumidores não são números, são pessoas. E pessoas gostam de ser tratadas com respeito.

Vida longa à todas as formas de se fazer um bom marketing!

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Por que criamos, coletivamente, resultados que ninguém deseja?


O professor da Massachussets Institute of Technology (MIT) e fundador do Presencing Institute, Otto Scharmer, questiona a todos como forma de provocação sobre o que temos feito nos últimos anos. Para ele, quando se fala em sustentabilidade, pensamos em fazer menos mal em vez de pensar em soluções para a criação do bem-estar coletivo.

Trabalhamos com uma economia que usa 1,5 planetas Terra, o que representa uma destruição massiva dos nossos recursos naturais. 2,5 bilhões de pessoas (aproximadamente 35% do total) vivem em extrema pobreza. Esses são apenas alguns exemplos dos resultados que estamos criando para o nosso próprio futuro. E para Otto Scharmer, fazemos isso porque estamos em uma crise de liderança coletiva, por dois motivos: a falta de percepção da transformação da sociedade e porque sempre pensamos na liderança focada no indivíduo e não no coletivo.

Sustentabilidade nas organizações

As organizações estão trabalhando a sustentabilidade em suas operações, porém de forma pontual ou investindo e incentivando as práticas, sem mudar o próprio negócio. O conceito de sustentabilidade 3.0 determina que a missão social da empresa esteja intimamente relacionada aos seus negócios, ou seja, a inovação e a consciência tem que partir de todos os envolvidos e, além disso, o propósito e a missão da organização devem estar conectados (de alguma forma) com os propósitos e objetivos dos colaboradores. Façam aquilo que gostam, que sentem paixão por fazer.

Ainda vivemos em um tempo que conceitos tradicionais permeiam o nosso cotidiano, mas só conseguiremos mudar dando o primeiro passo. Trago aqui aquela frase clichê do Dalai Lama (porém, muito bonita que admiro muito e uso como mantra de vida): “Seja a mudança que você que ver no mundo”.

Mais do que pensar no futuro do planeta e das empresas, o que eu trago de questionamento é: O que você quer para o SEU futuro e o que está fazendo para alcança-lo?

O professor Otto Scharmer vai estar presente no Seminário Internacional em Busca da Excelência, da Fundação Nacional da Qualidade, que acontece em 21 de maio, no Espaço APAS, em São Paulo. Clique aqui para mais informações sobre o evento.

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ROI nas redes sociais corporativas

Todo mundo que atua no mercado deve conhecer o termo ROI, sigla em inglês para Return On Investment, que designa o “lucro” ou “perda” obtidos a partir de um investimento, seja ele feito em termos de capital tradicional ou social. Já falamos sobre isso anteriormente aqui no blog, mas hoje vamos dar um enfoque mais próximo o ROI relacionado a um tema que nos é muito caro: Redes Sociais Corporativas.

Proporcionando “lucro” em setores multifacetados, que vão das vendas à gestão do conhecimento, as redes sociais empresariais são um fator de melhoramento em praticamente todas as áreas de uma organização. Mas é preciso estar atento a certos indicadores, que atestam ou refutam o sucesso da implementação de sua rede  social corporativa

A começar pela produtividade. Nesse aspecto,o resultado deve ser a redução da burocracia nas comunicações, que minimiza a necessidade de trocas de e-mails elimina a necessidade de retrabalho é uma conquista considerável em termos de competitividade. Uma boa pergunta a fazer é: minha empresa se tornou mais dinâmica após a adotar a rede social corporativa?

Outro ponto chave é a otimização de processos, os quais tendem a melhorar muito após a implementação de comunidades online, nas quais o compartilhamento do conhecimento entre empresa e cliente estabelece proximidade com o paradigma do SAC 2.0, o atendimento de vanguarda no qual todos os membros da rede podem participar na indicação de produtos, solução de problemas, resolução de dúvidas técnicas, etc. Nesse sentido, o empreendedor deve se questionar sobre o desempenho na questão do relacionamento.

Uma opção presente nas redes sociais corporativas abertas é customização de produtos de acordo com a necessidade real do cliente, o que  possibilidade de estabelecer métricas extremamente confiáveis e contar com a co participação de múltiplos setores em um mesmo projeto. Aqui, o desafio é acertar o alvo na maior parte das vezes. Sua empresa melhorou a mira depois da rede social?

Também se deve ter em conta que redes sociais são espaços de convivência e networking, e portanto, deveriam ampliar a tendência de fazer bons negócios a partir da redes de contatos dos usuários que compõe seu público alvo. Se a organização tomou a dianteira assunto são as vendas e a captação de novos clientes, é sinal de que está realmente fazendo valer o investimento em social networking.

Outro ponto importantíssimo é o aspecto da gestão do conhecimento. Nesse aspecto, ao medir o ROI, o empresário deve estar atento a indicadores precisos de que houve otimização no setor. A informação passou a circular mais rapidamente entre seus colaboradores? Os gestores de conhecimento estão encontrando as informações de que precisam sem ter de recorrer à pesquisas demasiado extensas? O conhecimento coletivo melhorou a qualidade das decisões tomadas em equipe ou isoladamente?  Quantos novos produtos ou ideias surgiram depois da implementação da sua rede? As ideias dos colaboradores ajudaram no desenvolvimento de novos processos, ou na melhoria dos já existentes? Se a maioria das respostas para estas questões é positiva, significa que está fazendo um bom uso de sua rede, e que ela está realmente dando retorno na questão de manejo do conhecimento.

Finalmente, um ponto chave para o bom funcionamento de qualquer organização corporativa é a satisfação de seus colaboradores, e a capacidade de manter-se viva e atraente para novos funcionários. Ao optar por construir uma rede social colaborativa empresarial, a meta nesse sentido é obter os melhores resultados em relação ao capital humano. Ao fazer a avaliação do retorno daquilo que foi investido nesse sentido, é recomendado que se fique atento para saber se a motivação e a satisfação dos colaboradores está em alta, observar se o número de candidatos à suas vagas de emprego aumentou, e junto com eles o interesse em sua empresa. colaboradores felizes resultam em menos ausências, mais produtividade e maior engajamento com sua filosofia corporativa.

Fique atento aos sinais, e saiba quando e onde investir para que sua rede social corporativa proporcione os melhores resultados!

 

 

 

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Desenvolvimento Sustentável »

Por que criamos, coletivamente, resultados que ninguém deseja?

O professor da Massachussets Institute of Technology (MIT) e fundador do Presencing Institute, Otto

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Blogando em busca de resultados

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