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	<title>A Viagem de Odiseo &#187; Odiseo</title>
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		<title>Bom senso e moderação em tempos 2.0</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 14:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Carol Rocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho pensado muito em como elaborar uma política de conduta para uso de redes sociais por parte dos colaboradores e terceiros de uma determinada marca. E, recentemente, dois casos de gafes em redes sociais me mostraram a urgência de se treinar as pessoas que levam o nome de uma empresa para os meios digitais. Curiosamente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho pensado muito em como elaborar uma política de conduta para uso de redes sociais por parte dos colaboradores e terceiros de uma determinada marca. E, recentemente, dois casos de gafes em redes sociais me mostraram a urgência de se treinar as pessoas que levam o nome de uma empresa para os meios digitais. Curiosamente, os dois casos envolvem o mesmo time de futebol: o São Paulo F.C.</p>
<p>Durante duas partidas do time, a Locaweb  patrocinou um anúncio na manga das camisas dos jogadores. Em uma delas, em 28 de março, o time perdeu para o rival Corinthians e o diretor comercial da empresa perdeu as estribeiras no twitter&#8230;</p>
<p><a href="http://www.aviagemdeodiseo.com/wp-content/uploads/2010/05/100514-locaweb.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-87" title="As mensagens do executivo causaram sua demissão" src="http://www.aviagemdeodiseo.com/wp-content/uploads/2010/05/100514-locaweb.jpg" alt="" width="481" height="363" /></a></p>
<p>O executivo foi demitido dois dias depois, causando uma grande discussão sobre o assunto. Há até uma <a href="http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=66770" target="_blank">lei trabalhista</a> no país que trata das demissão de funcionários nas escorregadas digitais.</p>
<p>Em 5 de maio, foi a Fiat, uma das pioneiras no uso de redes sociais no Brasil, a sofrer com a falta de bom senso de seus colaboradores. Utilizando o site Formspring, um dos contratados pela empresa, responsável por responder as perguntas dos usuários sobre a marca, ofendeu os torcedores do São Paulo.</p>
<p><a href="http://www.aviagemdeodiseo.com/wp-content/uploads/2010/05/100514-formspring.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-88" title="Formspring da Fiat" src="http://www.aviagemdeodiseo.com/wp-content/uploads/2010/05/100514-formspring.jpg" alt="" width="502" height="314" /></a></p>
<p>Tanto a mensagem do ex-diretor da Locaweb como a resposta da Fiat foram tiradas do ar. Mas, ainda assim, é muito fácil encontrar um print screen na Internet, que foi o que fiz para ilustrar este texto. Ou seja, uma mancha para a reputação da empresa que se replica descontroladamente pela web.</p>
<p>A política de conduta nas redes sociais deve ter relação com o posicionamento da empresa. Buscando a transparência e a colaboração, é possível criar um comitê interno para debater as regras (se podem ser chamadas assim) de conduta dos colaboradores nas redes sociais. A IBM, por exemplo, incentivou seus funcionários a pensarem nisso através da participação em uma wiki e desenvolveu um <a href="http://www.ibm.com/blogs/zz/en/guidelines.html" target="_blank">guia de conduta</a> bastante abrangente, para proteger seus colaboradores e, também, a marca.</p>
<p>A pesquisadora de mídias sociais Laura Papworth, da Austrália, fez uma pesquisa interessante em que mostra as políticas de <a href="http://laurelpapworth.com/enterprise-list-of-40-social-media-staff-guidelines/" target="_blank">uso de redes sociais nas empresas</a>.</p>
<p>A empresa que criou o navegador Opera baseia <a href="http://my.opera.com/community/blogs/corp-policy/" target="_blank">sua política de redes sociais</a> no bom senso, falando de igual para igual com os funcionários, em uma linguagem mais informal.</p>
<p>São exemplos de como é possível orientar a postura de quem fala pela marca na Internet. Como podemos ver nesses dois casos que ocorreram no Brasil, os limites ainda não estão claros para muitos e é melhor prevenir do que tentar resolver o problema depois.</p>
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		<title>Brandstreaming: o que é e para que serve?</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 19:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andresa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Net]]></category>
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		<description><![CDATA[Como uma companhia se posiciona no mercado quando já não é mais a responsável pela própria comunicação? Existe uma nova tendência que adquire cada vez mais importância nas estratégias de marketing de empresas no mundo inteiro: o Brandstreaming
Com o crescente protagonismo dos meios sociais nos hábitos de consumo de informação e entretenimento, o grande desafio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Como uma companhia se posiciona no mercado quando já não é mais a responsável pela própria comunicação? Existe uma nova tendência que adquire cada vez mais importância nas estratégias de marketing de empresas no mundo inteiro: o </span><a href="http://www.pheedo.info/archives/2008/06/brandstreaming.html"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Brandstreaming</span></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Com o crescente protagonismo dos </span><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_media"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">meios sociais</span></a><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"> nos hábitos de consumo de informação e entretenimento, o grande desafio é criar um <strong>fluxo de marca</strong>, gerar um movimento constante de conteúdo ao redor de uma marca ou empresa que pode incluir – entre outras ferramentas &#8211; blogs, podcasts, vídeos, comunicados de imprensa sociais, fotos da companhia no Flickr, etc. </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Porém, o Brandstreaming é mais que isso: compartilha e comunica as idéias da companhia, seus valores, objetivos, ou seja, define a companhia – ao mesmo tempo em que comunica a marca e interage com o consumidor.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Mas, porque o brandstreaming é tão importante para as empresas? Porque segundo uma pesquisa realizada pela </span><a href="http://www.universalmccann.com/Assets/wave_3_20080403093750.pdf"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">Universal McCann</span></a><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">, o consumo de conteúdo fora das páginas web aumentou 153% nos últimos nove meses. Além do mais, o informe diz que 53% dos usuários de Internet consomem conteúdo editorial sem entrar na página web do emissor – através de widgets, leitores de RSS, redes sociais e celulares.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Se bem há cada vez mais empresas utilizando blogs e outras tecnologias mencionadas anteriormente para se comunicar com seu público, a maioria continua ignorando o potencial dos novos meios </span><a href="http://www.readwriteweb.com/archives/lifestreaming_primer.php"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">Lifestream</span></a><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">, uma nova tendência na web 2.0 e que nos permite manter um registro das atividades diárias de um usuário na rede. Algumas dessas aplicações mais populares são </span><a href="http://friendfeed.com/"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Friendfeed</span></a><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">, </span><a href="http://www.readwriteweb.com/archives/tumblr_30_interview.php"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">Tumblr</span></a><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">, </span><a href="http://www.readwriteweb.com/archives/onaswarm_lifestreaming.php"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">Onaswarm</span></a><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">, </span><a href="http://www.readwriteweb.com/archives/lifestreams.php"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">Lifestrea.ms</span></a><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">, </span><a href="http://www.readwriteweb.com/archives/soup_tumble_blogging_with_friends.php"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">Soup</span></a><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> e </span><a href="http://www.readwriteweb.com/archives/what_is_googles_plan_for_jaiku.php"><span style="font-size: small; color: #0000ff; font-family: Times New Roman;">Jaiku</span></a><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">.</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Devemos pensar nos meios Lifestream como uma espécie de diário digital. Quando as pessoas se subscrevem à informação nos seus sites preferidos, seja sobre música, política ou perfume, o resultado final é um caudal de informação sobre suas idéias, crenças, gostos e interesses, que define quem elas são. <strong></strong></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-ansi-language: PT-BR;" lang="PT-BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Com a enorme variedade de ferramentas disponíveis hoje na Internet, as empresas devem concentrar esforços para encontrar formatos novos e inovadores para chegar até a audiência, fornecendo conteúdo relevante e que seja de valor para o consumidor, através dos meios que eles já utilizam para consumir essa informação. Nesse gráfico, podemos ver alguns dos mais conhecidos, divididos em categorias:</span></span></span></p>
<p><a href="http://www.aviagemdeodiseo.com/wp-content/uploads/2008/09/flor-20.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-75" title="flor-20" src="http://www.aviagemdeodiseo.com/wp-content/uploads/2008/09/flor-20.jpg" alt="" width="500" height="467" /></a></p>
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		<title>“Partindo da angústia se geram as mudanças”</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 16:32:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Noel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Carta da Terra]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Odiseo]]></category>
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		<description><![CDATA[
Ontem eu e a Alejandra assistimos a conferencia do Leonardo Boff em Buenos Aires, convidado pela Fundação Avina. Estávamos entusiasmadas por escutar a este pensador brasileiro, comprometido com os valores do desenvolvimento sustentável. Mas nós não éramos as únicas. A sala estava repleta e tivemos que passar para outro auditório, o maior do Centro Cultural [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.elviajedeodiseo.com/blog/wp-content/uploads/2008/08/agosto2-008.jpg"><img class="size-medium wp-image-828 aligncenter" title="agosto2-008" src="http://www.elviajedeodiseo.com/blog/wp-content/uploads/2008/08/agosto2-008-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><span lang="PT-BR">Ontem eu e a <a href="http://www.elviajedeodiseo.com/blog/author/alejandra/">Alejandra </a>assistimos a conferencia do <a href="http://www.leonardoboff.com/">Leonardo Boff </a>em Buenos Aires, convidado pela <a href="http://www.brasilcidadao.org.br/parceiros/textos.asp?id=12">Fundação Avina</a>. Estávamos entusiasmadas por escutar a este pensador brasileiro, comprometido com os valores do desenvolvimento sustentável. Mas nós não éramos as únicas. A sala estava repleta e tivemos que passar para outro auditório, o maior do Centro Cultural Borges.<span> </span>O ex-sacerdote franciscano (com sua barba branca e bengala),<span> </span>demonstrou seu sentido de humor quando brincou pelo resultado do jogo das Olimpíadas Brasil- Argentina. Durante os 40 minutos restantes, compartilhou generosamente sua visão da humanidade. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Para Boff, a atual crise e o futuro do planeta podem explicar-se apelando a explicações filosóficas, mas também biológicas. Citou, como um de seus referentes, o biólogo<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/James_Lovelock%20"> James Lovelock</a>, autor do famoso livro Gaia (1979), quem recentemente declarou: “Se nós, seres humanos, não iniciamos uma mudança radical antes de 2020, vamos em direção à desolação e à tribulação”.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Em sintonia, Boff insistiu na urgência de uma mudança na forma em que nós nos relacionamos com a natureza. “Minha função é angustiar vocês, porque partindo da angustia se geram as mudanças”, disse, sem deixar de lado as palavras esperançosas. “Estas dores são dores de um novo parto, a Terra e a humanidade vão a superar isto porque o instinto da vida é mais forte que o da morte”.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Boff também falou de um tema central da sua obra que é o <strong>cuidado</strong> com a essência do ser humano. O cuidado da vida, das palavras que escolhemos para nos comunicar, cuidado de não ser agressivos, de não causar dano. Deste cuidado surge um modo de vida sustentável, uma cultura ecológica que deve permear toda a vida humana; uma ética da convivência, onde prevalece uma razão utilitarista.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Durante <span> </span>sua apresentação, mostrou um vídeo sobre a <a href="http://www.cartadaterrabrasil.org/">Carta da Terra</a>, compromisso que espera seja adotado pela ONU sob as mesmas condições que a Declaração dos Direitos Humanos.</span></p>
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		<title>Cuidemos dos bosques: vejamos as árvores.</title>
		<link>http://www.aviagemdeodiseo.com/2008/01/22/cuidemos-dos-bosques-vejamos-as-arvores/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 13:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ernesto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Odiseo]]></category>

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		<description><![CDATA[
By Ernesto van Peborgh
Sempre tive uma fascinação pelas árvores. Quando eu era garoto vivia fazendo cumes e saltando entre seus galhos. Desde a minha primeira “casinha”, improvisada com uma tábua e dois pregos, pude criar inúmeros mundos mágicos: navegar pelos mares da Malásia, infectado de piratas, ou defender as muralhas de um forte da Legião [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.elviajedeodiseo.com/aviagem/wp-content/uploads/2008/01/arbol.jpg" title="arbol.jpg"><img src="http://www.elviajedeodiseo.com/aviagem/wp-content/uploads/2008/01/arbol.jpg" alt="arbol.jpg" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><em>By Ernesto van Peborgh</em></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Sempre tive uma fascinação pelas árvores. Quando eu era garoto vivia fazendo cumes e saltando entre seus galhos. Desde a minha primeira “casinha”, improvisada com uma tábua e dois pregos, pude criar inúmeros mundos mágicos: navegar pelos mares da Malásia, infectado de piratas, ou defender as muralhas de um forte da Legião estrangeira no meio de um deserto. Foram Carvalhos, Eucaliptos ou Pinheiros. Quando os meus pés saíam do chão, a minha mente entrava em seu mundo e no da fantasia.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><o:p></o:p>Os mundos mágicos que a minha imaginação podia criar não estavam tão longe da realidade, já que cada árvore representa um pequeno mundo em si mesmo, um ecossistema que dá vida e enriquece a terra.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Ela representa um claro exemplo do que significa ser sustentável: utiliza o sol como fonte de energia para criar nutrientes e dar refugio a um submundo onde convivem centos de diferentes espécies de animais, pássaros e microorganismos. Produz oxigênio, processa CO2, filtra a água e previne a erosão.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><o:p> </o:p>Nada se perde, tudo se aproveita para gerar e manter a vida. Não existem desperdícios, não existem resíduos. Sobre sua</span><span lang="PT-BR"> sombra e de seus frutos nasce um sotobosque que dá continuidade ao ciclo da vida de outras espécies e da sua própria.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><o:p> </o:p>Há pouco tempo, na Argentina, graças a uma convocatória do <a href="http://www.greenpeace.org/international/">Greenpeace</a>, conseguiu-se juntar quase um milhão e meio de assinaturas, as quais finalmente centraram o objetivo das autoridades na <a href="http://www.greenpeace.org/argentina/">Lei de Bosques</a>.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"> <span lang="PT-BR">Mais de um milhão e meio de pessoas se conscientizaram da depredação que estávamos realizando em nossas árvores nativas: na Argentina eram devastados cerca de <st1:metricconverter productid="300.000 hectares" w:st="on">300.000 hectares</st1:metricconverter> de bosques nativos por ano. Essas cifras estão alinhadas com um processo que ocorre a nível mundial: 80% dos bosques nativos do mundo já foram cortados e nesse momento apenas na Amazônia estão sendo cortadas 2.000 árvores por minuto.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Parece que cumprir com o legado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro já não é suficiente. Conservar uma árvore talvez tenha se transformado na ação mais importante para que esse filho que temos, ou teremos, não apenas possa criar “seus” mundos mágicos, mas que também posso desfrutar desse mágico mundo.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span><span> </span><o:p></o:p></span></p>
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		<item>
		<title>Perdidos em tudo*</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 13:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Staff Odiseo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Odiseo]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[
By Santiago Craig 
Dizem que tudo está na Internet. 
Na verdade não, não está tudo aí. Eu, pelo menos, não pude encontrar o cheiro de pimenta nem o sabor ácido dos morangos no Google. Mas com certeza aí existem muitas, mas muitas coisas.
Nunca na história da humanidade tantos homens tiveram tanta informação a sua disposição. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><a href="http://www.elviajedeodiseo.com/aviagem/wp-content/uploads/2008/01/lost-in-translation.jpg" title="lost-in-translation.jpg"><img src="http://www.elviajedeodiseo.com/aviagem/wp-content/uploads/2008/01/lost-in-translation.jpg" alt="lost-in-translation.jpg" height="398" width="530" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><em>By Santiago Craig </em></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Dizem que tudo está na Internet. <o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Na verdade não, não está tudo aí. Eu, pelo menos, não pude encontrar o cheiro de pimenta nem o sabor ácido dos morangos no Google. Mas com certeza aí existem muitas, mas muitas coisas.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Nunca na história da humanidade tantos homens tiveram tanta informação a sua disposição. <o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">É quase um lugar comum dizer, mas isso tem suas vantagens e seus problemas. Uma vantagem, claro, porque é uma ferramenta essencial para a circulação do conhecimento, para o intercambio, e para o início de uma nova forma de inteligência: a inteligência coletiva. Um problema porque enfrenta nossa ética, nossa vontade e inclusive a nossa paciência a novos dilemas.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Eu não farei referência aos conteúdos violentos ou pornográficos, nem às instruções para armar uma bomba caseira, nem aos usos criminais da web. Tudo isso esta dentro do jogo democrático e é um tema para um debate mais amplo. Falarei de algo um pouco mais simples, mas não por isso pouco importante: o final dos filmes.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Há uns dias no jornal argentino <a href="http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/radar/5-4369-2008-01-06.html">Pagina 12</a> saiu uma <a href="http://www.amikelife.com/2007/12/what-did-bill-murray-say-at-the-end-of-lost-in-translation/"> </a><a href="http://www.amikelife.com/2007/12/what-did-bill-murray-say-at-the-end-of-lost-in-translation/">reportagem</a><span style="color: red"></span> que comentava como um garoto havia “limpado” o ruído da última cena do filme “Encontros e desencontros” deixando descoberto o que o protagonista Bill Murray dizia no ouvido de sua companheira feminina, Scarlett Johansson. Agora todos podem saber <a href="http://www.amikelife.com/2007/12/what-did-bill-murray-say-at-the-end-of-lost-in-translation/">essa linha final</a> que a diretora do filme havia decidido deixar (muito poeticamente) livre para a imaginação do público.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><o:p> </o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Sem importar se estou ou não de acordo com o “descobrimento” o certo é que, como dizia antes, a Internet nos coloca frente a novos desafios, que nos obrigam a pensar sobre nossa condição: Que coisas queremos saber e que coisas preferimos deixar do lado do mistério?; O que mostramos e o que ocultamos em nosso blogs, nesse espaço público universal que é a rede?; Que sentido damos a nossas buscas, por que escolhemos ver ou não ver o que já está fatalmente aí, ao nosso alcance?; Do uso racional e subjetivo da Internet podemos derivar uma aprendizagem moral, uma formação na eleição e na convivência de saberes, opiniões e eleições diferentes?<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><em><span lang="PT-BR">* Originalmente o filme se chama “Lost in translation”, que para o espanhol foi traduzido a “Perdidos em Tóquio”, o que explica a referência do título.<o:p></o:p></span></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span lang="PT-BR"><span> </span><o:p></o:p></span></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Somos o que fazemos</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 13:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Noel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Zeitgeist]]></category>
		<category><![CDATA[activismo]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[social networking]]></category>
		<category><![CDATA[Odiseo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Santiago Craig
E se pudéssemos ser algo mais do que uma metódica sucessão de gripes e festas de aniversários? E se ao expormos nossas vidas cotidianas em nossos blogs pessoais (esses impudicos sucessores dos diários íntimos) pudéssemos dizer muito mais do que simplesmente como odiamos as filas nos bancos e que preferimos usar o google [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_rbClOLwVw_c/RuVBPX6WetI/AAAAAAAAAPc/AEJXwUA-KYM/s1600-h/image_2.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_rbClOLwVw_c/RuVBPX6WetI/AAAAAAAAAPc/AEJXwUA-KYM/s400/image_2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108561084694297298" border="0" /></a><br />Por <a href="http://elviajedeodiseo.blogspot.com/2007/08/somos-lo-que-hacemos.html">Santiago Craig<br /></a></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-size:100%;">E se pudéssemos ser algo mais do que uma metódica sucessão de gripes e festas de aniversários? E se ao expormos nossas vidas cotidianas em nossos blogs pessoais (esses impudicos sucessores dos diários íntimos) pudéssemos dizer muito mais do que simplesmente como odiamos as filas nos bancos e que preferimos usar o google ao yahoo, o que isso mudaria no mundo?</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-size:100%;">Parece muito, mas por outro lado, é pouco, soa a frase feita e dita por super-herói ingênuo de roupa ajustada.</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-size:100%;">No entanto,</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-size:100%;">Se pensarmos,</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-size:100%;">No fundo,</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-size:100%;">Não é para tanto,</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-size:100%;">Não é necessário amarrar-se num barco de pescar baleia no tempo livre depois do trabalho.</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-size:100%;">Mas é preciso tomar consciência de que somos o que fazemos.</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><script><!-- D(["mb","\u003cfont size\u003d\"3\"\>Sim, outra frase feita,\u003c/font\>\u003c/font\>\u003c/span\>\u003c/p\>\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\>\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-family:Georgia\"\>\u003cfont color\u003d\"#000000\"\>\u003cfont size\u003d\"3\"\>Mas que faz sentido.\u003c/font\>\u003c/font\>\u003c/span\>\u003c/p\>\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\>\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-family:Georgia\"\>\u003cfont color\u003d\"#000000\"\>\u003cfont size\u003d\"3\"\>Afinal, são de pequenas coisas que estamos falando.\u003c/font\>\u003c/font\>\u003c/span\>\u003c/p\>\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\>\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-family:Georgia\"\>\u003cfont color\u003d\"#000000\" size\u003d\"3\"\>Pelo menos essa é a sensação que fica quando vemos no site \u003c/font\>\u003ca href\u003d\"http://www.wearewhatwedo.org/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\>\u003cfont color\u003d\"#5588aa\" size\u003d\"3\"\>We are what we do\u003c/font\>\u003c/a\>\u003cfont size\u003d\"3\"\>\u003cfont color\u003d\"#000000\"\> que já existe quase um milhão de pequenas ações que estão mudando o mundo a partir de uma mudança pessoal.\u003c/font\>\u003c/font\>\u003c/span\>\u003c/p\>\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\>\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-family:Georgia\"\>\u003cfont size\u003d\"3\"\>\u003cfont color\u003d\"#000000\"\>Não dá vontade de fazer a sua parte?\u003c/font\>\u003c/font\>\u003c/span\>\u003c/p\>\n\u003cbr\>\u003cbr\>\u003cbr\>\u003cbr\> \u003cbr\>\n\u003cblockquote\>\n\u003chr\>\nDate: Tue, 4 Sep 2007 12:54:31 -0300",1] );  //--></script><span style="font-size:100%;">Sim, outra frase feita,</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-size:100%;">Mas que faz sentido.</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"><span style="font-size:100%;">Afinal, são de pequenas coisas que estamos falando.</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" >Pelo menos essa é a sensação que fica quando vemos no site </span><a href="http://www.wearewhatwedo.org/" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)"><span style="color: rgb(85, 136, 170);font-size:100%;" >We are what we do</span></a><span style="font-size:100%;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);"> que já existe quase um milhão de pequenas ações que estão mudando o mundo a partir de uma mudança pessoal.</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span  lang="PT-BR" style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:100%;"><span style="color: rgb(0, 0, 0);">Não dá vontade de fazer a sua parte?</span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Web Hosting Verde</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2007 14:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar]]></category>
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		<category><![CDATA[hosting]]></category>
		<category><![CDATA[Odiseo]]></category>
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		<description><![CDATA[Que tal hospedarmos o site do projeto Odiseo em um hosting que utiliza energia renovável?



A Aiso.NET (http://www.aiso.net/) afirma que é a única empresa no mundo a dispor de um data center que utiliza energia solar em 100% de suas atividades. A empresa é membro da U.S. Green Building Council e saiu na lista das Top [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal hospedarmos o site do projeto Odiseo em um hosting que utiliza energia renovável?</p>
<p><a href="http://bp3.blogger.com/_-CsdY4UGJY4/Rrsjm-MviOI/AAAAAAAAAAk/sAcXPgduH94/s1600-h/solar10.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5096706555738294498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="196" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_-CsdY4UGJY4/Rrsjm-MviOI/AAAAAAAAAAk/sAcXPgduH94/s400/solar10.jpg" width="311" border="0" /></a>
<div><a href="http://bp2.blogger.com/_-CsdY4UGJY4/RrsjMuMviNI/AAAAAAAAAAc/28-KL9FuOfE/s1600-h/solarpowerednetworkdiagram.jpg"></a>
<div>
<div>A Aiso.NET (<a href="http://www.aiso.net/">http://www.aiso.net/</a>) afirma que é a única empresa no mundo a dispor de um data center que utiliza energia solar em 100% de suas atividades. A empresa é membro da <em>U.S. Green Building Council</em> e saiu na lista das <em>Top 50 Green Companies</em> da <em>Inc. Magazine</em>. Também é responsável pela hospedagem do site <em>Live Earth</em>.</div>
<div> </div>
<div></div>
<div></div>
<div>Vejam alguns números que encontrei no site deles:</p>
<p>According to BP Solar, our 120 solar panel system will eliminate the production of:</p></div>
<div>- 19,890 lbs of Carbon Dioxide (CO2/GHG) per year</div>
<div>- 5.9 lbs of Nitrous Oxide (NOX/smog) per year</div>
<div>- 0.45 lbs of Sulfur Dioxide (SO4/acid rain) per year </div>
<div></div>
<div>Isso equivale ao plantio de 3.5 acres de árvores por ano.</div>
</div>
</div>
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		<title>Zeitgeist</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 21:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Hegel]]></category>
		<category><![CDATA[Zeitgeist]]></category>
		<category><![CDATA[Odiseo]]></category>
		<category><![CDATA[wiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Falamos bastante de Zeitgeist ao longo das entrevistas para o projeto Odiseo. Segue a definição da Wikipédia, a enciclopédia 2.0, para o termo.
Zeitgeist é um termo alemão, que se traduz como espírito do tempo, também podendo se utilizar do termo em português para denominá-lo. O Zeitgeist significa, em suma, o nível de avanço intelectual e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Falamos bastante de Zeitgeist ao longo das entrevistas para o projeto Odiseo. Segue a definição da Wikipédia, a enciclopédia 2.0, para o termo.</p>
<p>Zeitgeist é um termo <a title="Língua alemã" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_alem%C3%A3">alemão</a>, que se traduz como espírito do tempo, também podendo se utilizar do termo em português para denominá-lo. O Zeitgeist significa, em suma, o nível de avanço intelectual e cultural do mundo, em uma época. A pronúncia alemã da palavra é tsaItgaIst (<a title="Alfabeto Fonético Internacional" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfabeto_Fon%C3%A9tico_Internacional">AFI</a>).</p>
<p>O conceito de espírito do tempo denota a Johann Gottfried Herder e outros <a title="Romantismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Romantismo">românticos</a> alemães, mas é melhor conhecido no livro <a title="Filosofia da História" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_da_Hist%C3%B3ria">Filosofia da História</a> de <a title="Hegel" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hegel">Hegel</a>. Em <a title="1769" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1769">1769</a>, Herder escreveu uma crítica ao trabalho Genius seculi do <a title="Filologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filologia">filólogo</a> Christian Adolph Klotz (<a class="extiw" title="de:Christian_Adolph_Klotz" href="http://de.wikipedia.org/wiki/Christian_Adolph_Klotz">Artigo na Wiki alemã</a>), introduzindo a palavra Zeitgeist como uma tradução de genius seculi (<a title="Latim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Latim">Latim</a>: genius &#8211; &#8220;espírito guardião&#8221; e saeculi &#8211; &#8220;do século&#8221;). Os alemães românticos, tentados normalmente à <a title="Navalha de Occam" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Navalha_de_Occam">redução filosófica</a> do passado às essências, trataram de construir o &#8220;espírito do tempo&#8221; como um argumento histórico de sua defesa intelectual.</p>
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		<title>Folksonomia, uma nova forma de classificação social</title>
		<link>http://www.aviagemdeodiseo.com/2007/07/24/folksonomia-uma-nova-forma-de-classificacao-social/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 17:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Staff Odiseo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Folksonomia]]></category>
		<category><![CDATA[Tag]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Odiseo]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[wiki]]></category>

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		<description><![CDATA[O fenômeno das tags, sobre o qual falamos anteriormente neste blog, trouxe consigo um novo conceito de classificação baseado na participação entre indivíduos e comunidades online.
Se a taxonomia é o ato de classificar as coisas, a classificação da informação na era da web 2.0 recebe o nome de Folksonomia, devido ao seu caráter “social” (“folk” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp1.blogger.com/_1bsI1kuTs3Y/RqY6ln4L-SI/AAAAAAAAACE/Ag5B7B3St4w/s1600-h/alphabetical-index-cards-small.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090820846823143714" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 205px; CURSOR: hand; HEIGHT: 159px" height="140" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_1bsI1kuTs3Y/RqY6ln4L-SI/AAAAAAAAACE/Ag5B7B3St4w/s200/alphabetical-index-cards-small.jpg" width="198" border="0" /></a>O fenômeno das <a href="http://aviagemdeodiseo.blogspot.com/2007/07/o-que-so-as-tags.html">tags</a>, sobre o qual falamos anteriormente neste blog, trouxe consigo um novo conceito de classificação baseado na participação entre indivíduos e comunidades online.</p>
<p>Se a taxonomia é o ato de classificar as coisas, a classificação da informação na era da web 2.0 recebe o nome de Folksonomia, devido ao seu caráter “social” (“folk” significa povo, gente).</p>
<p>Este neologismo foi criado em 2004 por <a href="http://www.blogger.com/Documents/My%20Documents/Odiseo/Natura/%3chttp:/www.vanderwal.net/random/entrysel.php?blog=1750%3e.">Thomas Vander Wal</a> e conta com as seguintes características:</p>
<p>a) é resultado de uma indexação livre do próprio usuário do recurso;<br />b) tem como objetivo a recuperação a posteriori da informação<br />c) é desenvolvida num ambiente aberto que possibilita o compartilhamento e, mesmo, em alguns casos, a sua construção conjunta.</p>
<p>Seguindo a mesma linha, a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Folksonomy">Wikipédia</a> define a folksonomia como o “ato de classificar ou resgatar conteúdos na internet (fotos, paginas web, liks) a través do uso de tags.”</p>
<p>O <a title="Social bookmarking" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_bookmarking">bookmarking social</a>, também aparece como uma forma de classificar e guardar listas de informação que o usuário considere útil na Internet. Trata-se de uma espécie de “Favoritos” online.</p>
<p>O melhor exemplo dessa ferramenta é o <a href="http://www.delicious.com/">Del.icio.us </a>, que nos permite reunir os links cadastrados por tags. Ao ingressar uma determinada palavra chave, se torna possível achar páginas relacionadas a esse assunto rapidamente e de forma muito mais organizada.</p>
<p>Para os profissionais de Marketing, o bookmarking social é mais do que uma ferramenta para guardar, classificar, compartir y buscar em seus sites – quando usada corretamente, é uma excelente maneira de atrair mais visitas e impulsionar uma campanha viral.</p>
<p>Entre os sites mais populares de bookmarking social também se encontram <a href="http://www.digg.com/">digg</a>, <a href="http://www.technorati.com/">Technorati</a>, e <a href="http://www.slashdot.org/">Slashdot.org </a>, entre outros.</p>
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		<title>Radiografia Net Gen</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jul 2007 03:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andresa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geração Net]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Odiseo]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um post que publicamos recentemente sobre a Geração Net, pudemos contemplar as características que definem o perfil dos filhos da era digital. Graças a uma investigação realizada pela Forrester, hoje contamos com uma radiografia das pessoas que conformam a Net Gen e quais são as atividades que desenvolvem na Internet.
A pesquisa classifica aos “N-Geners” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um post que publicamos recentemente sobre a <a href="http://elviajedeodiseo.blogspot.com/2007/07/la-genetica-de-la-net-gen.html">Geração Net</a>, pudemos contemplar as características que definem o perfil dos filhos da era digital. Graças a uma investigação realizada pela <a href="http://www.forrester.com/rb/">Forrester</a>, hoje contamos com uma radiografia das pessoas que conformam a Net Gen e quais são as atividades que desenvolvem na Internet.</p>
<p>A pesquisa classifica aos “N-Geners” em 6 categorias conforme o uso que fazem das ferramentas da web 2.0:</p>
<p>1. Criadores<br />2. Críticos<br />3. Capturadores<br />4. Participantes<br />5. Espectadores<br />6. Inativos<br />To access the English version in Business week magazine <a href="http://www.businessweek.com/magazine/content/07_24/b4038405.htm">click here</a></p>
<p><a href="http://i190.photobucket.com/albums/z87/aguareschi/NetGenPort.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5086522251645839186" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Sn4nI9r8Uik/Rpb1Cc94Z1I/AAAAAAAAAIY/3kBCcQXR7K8/s400/NetGenPort.jpg" border="0" /></a> E você, em que categoria está?</p>
]]></content:encoded>
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